Uma mãe denunciou que o filho, aluno de uma creche em Guaratinguetá, passou a voltar para casa com marcas pelo corpo e a apresentar mudança de comportamento. Ela prefere não ser identificada.
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Segundo o relato, foi a partir dos machucados e do comportamento diferente do menino que ela começou a desconfiar de que algo acontecia dentro da unidade. A mãe afirma que o problema teria começado após a troca da professora responsável pela sala.
Ainda de acordo com ela, a escola não apresentou uma explicação clara para as marcas. As respostas, segundo a mãe, eram vagas e divergentes entre si — cada funcionário contava uma versão diferente.
O caso do menino não seria isolado. Outra denúncia surgiu em uma escola onde a professora apontada já atuou. Uma antiga colega de trabalho, que também pediu para não ser identificada, afirma ter presenciado a docente ser negligente e até agressiva com alguns alunos.
Segundo a mãe, a escola informou que o contrato da professora foi encerrado após a denúncia. A ex-colega de trabalho, no entanto, diz que o afastamento da profissional já teria ocorrido outras vezes, e que ela sempre voltava a trabalhar em uma unidade diferente.
Para a mãe, o que deveria ser um ano de descobertas para o menino — o primeiro dele na escola — se tornou um trauma. Ela relata impacto psicológico na criança.
Agora, ela diz tentar confiar novamente na segurança do filho dentro da unidade, já que não tem como trocar o garoto de escola ou de horário e as aulas precisam continuar. A mãe afirma esperar que o caso seja investigado.
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