Baixada Santista sofre com chuvas na região; acumulado máximo registrado chega a 134,0 mm em São Vicente

As fortes chuvas nos municípios da Baixada Santista, intensificadas desde a última quarta (4), ocasionaram inúmeros transtornos a população.

Maria Clara Pasqualeto
Maria Clara Pasqualeto
Estudante de Jornalismo pela Universidade Santa Cecília (Unisanta) e poliglota, com experiência em assessoria de imprensa, redação e telejornalismo. Apaixonada por escrever, contar histórias, viagens e pela cultura japonesa
Foto: Marcelo Ricky

As fortes chuvas nos municípios da Baixada Santista, intensificadas desde a última quarta-feira (4), ocasionaram inúmeros transtornos aos populares devido a ruas alagadas, interdições, quedas e caos para os trabalhadores da região, que sofrem com os prejuízos das condições climáticas durante o deslocamento.

Conforme informações apuradas pelo TH+ Portal, nos últimos dias, houve três registros de ocorrência, em Mongaguá, Guarujá e Peruíbe; nos outros municípios não foram registradas ocorrências até o momento. Mesmo assim, os acúmulos registrados continuam apresentando valores altos, gerando alerta à população. Confira, abaixo, a situação nos municípios:

Mongaguá

De acordo com a Prefeitura de Mongaguá, o acumulado de chuva consiste em 109 mm, durante 72 horas. No período de 48 horas, registrou-se 68 mm, e, nas últimas 24 horas, 51 mm. Durante o final de semana, a Defesa Civil foi acionada para o atendimento de uma família no bairro Itaguaí, a qual chegou a ser orientada sobre a possibilidade de acolhimento em um local disponibilizado pelo município; no entanto, após o escoamento das águas, optou por permanecer na residência.

Não houve outros acionamentos ou ocorrências relacionadas às chuvas neste último domingo (13) e nesta segunda-feira (14). Do mesmo modo, quedas de árvores não foram registradas na cidade.

A Defesa Civil no município informa que permanece realizando acompanhamento das condições meteorológicas. As orientações incluem evitar áreas sujeitas a alagamentos, não atravessar trechos com água acumulada – seja a pé ou de veículo -, além de manter distância de árvores, postes, placas e outras estruturas com potencial de ocasionar riscos durante períodos de chuva ou vento. Nos casos de emergência, a população pode acionar o órgão pelo telefone 199.

São Vicente

Segundo a Prefeitura da cidade, até o momento, não houve ocorrências relacionadas às chuvas. Nas últimas 24 horas, o órgão constatou 45,8 mm de chuva; já nas 72 horas, o índice é de 45,8 mm de chuva. Atualmente, há dois pontos de alagamento transitáveis, sendo estes a Avenida Augusto Severo – próxima à Galeão Coutinho – e a Avenida Augusto Severo, próxima à Rua Indaiatuba.

As forças de segurança municipais relatam que permanecem mobilizadas para atendimento de eventuais ocorrências, com equipes acompanhando as condições climáticas e prestando atendimento à população.

Bertioga

Em Bertioga, a Defesa Civil municipal não registrou nenhuma ocorrência. Nas últimas 24 horas, o acumulado pluvial chegou a 59,65 mm. A instituição também relata que, em caso de qualquer atualização ou mudança, as informações serão divulgadas nos canais oficiais da cidade.

Peruíbe

A Prefeitura de Peruíbe constatou 42 mm de chuva nas últimas 24 horas. No sábado, ocorreram fortes rajadas de vento no município, chegando a aproximadamente 40 km/h, bem como a queda de uma árvore na região da Prainha.

Itanhaém

Segundo a Prefeitura de Itanhaém, não houve registro de ocorrências relacionadas à chuva. Nas últimas 24h, o índice chegou a 8,2 mm, enquanto nas 72h, abrangeu 32,39 mm.

Guarujá

De acordo com a Defesa Civil de Guarujá, o acumulado pluvial nas últimas 24h foi de 130,9 mm, além de 75,7 mm em 72 horas. Nesta segunda-feira (14), a queda de uma árvore foi constatada, localizada no viaduto Floriberto Mariano, sentido Ferry Boat. Porém, as equipes já estão realizando providências em relação à retirada e liberação do local.

O município destaca que mantém o estado de Alerta. Do mesmo modo, a Defesa Civil segue monitorando os índices pluviométricos, intensificando a observação em áreas de risco por meio de vistorias técnicas. Permanece, também, em contato constante com os Núcleos de Proteção e Defesa Civil (Nupdecs), localizados em regiões de risco. O TH+ Portal tentou contato com outras prefeituras da Baixada para obter mais informações sobre as condições climáticas; no entanto, ainda não obteve resposta.

(Matéria em atualização)

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