Quando uma pessoa não consegue mais tomar decisões sobre a própria vida civil ou administrar seus bens, a justiça pode estabelecer a Curatela. O instituto prevê a nomeação de um curador para auxiliar na proteção dos interesses da pessoa curatelada, sem significar, necessariamente, a perda de seus direitos pessoais.
Mas como esse processo funciona? Quem pode ser curador e quais são os limites dessa responsabilidade?
O assunto foi discutido nesta quarta-feira (23), durante o programa TH+ Cidade, com a advogada Andreia Cella, especialista em direito de família, médico e hospitalar e sócia da CFZ Advogados.
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