Operação Infiltrados: suspeito de atuar para policial civil é preso em Campinas

Suspeito foi alvo de prisão temporária e busca nesta sexta-feira, 25, na Avenida Marechal Rondon

Letícia Borges
Letícia Borges
Jornalista em formação pela PUC-Campinas, cristã e apaixonada por comunicação. Amo desenhar, assistir filmes e, ultimamente, tudo que envolve o universo dos casamentos @lee_tborges
Operação Infiltrados: suspeito de atuar para policial civil é preso em Campinas
Foto: 1º BAEP - POLÍCIA MILITAR

O GAECO e o 1º BAEP deflagraram, nesta sexta-feira, 25 de setembro, a segunda fase da Operação Infiltrados, que investiga crimes como organização criminosa, extorsão, violação de sigilo funcional e falsidade.

Em Campinas, um homem foi alvo de prisão temporária e de um mandado de busca e apreensão na residência dele, na Avenida Marechal Rondon. Segundo o BAEP, o investigado é um particular que seria uma espécie de colaborador de um policial civil preso na primeira fase da operação.

De acordo com a investigação, o homem teria duas funções. Uma delas seria depositar e movimentar valores em favor do policial civil. A outra seria fornecer um celular com chip registrado em nome de outra pessoa, que seria utilizado, segundo os investigadores, para dificultar a identificação das conversas.

Documentos apreendidos durante a primeira fase da operação levaram os investigadores até o novo suspeito. Entre os comprovantes analisados estão depósitos que variam de R$ 10 mil a R$ 51,7 mil.

A investigação também cita conjuntos de valores que chegam a R$ 324.220 e R$ 181.300, em movimentações realizadas entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026.

A primeira fase da Operação Infiltrados foi realizada em 9 de junho e terminou com a prisão e posterior denúncia de policiais civis e particulares.

Segundo o GAECO, o grupo é investigado por crimes como associação criminosa, extorsão, violação de sigilo funcional e falsidade. A suspeita sobre o novo investigado surgiu, em tese, a partir da análise de celulares, notebooks e documentos apreendidos na primeira fase.

As diligências continuam e o GAECO investiga se outras pessoas podem estar envolvidas no esquema.

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