Corpo do pecuarista que morreu em acidente aéreo será sepultado em Araçatuba

Corpo será transportado de Campo Grande (MS) para Araçatuba (SP), onde será velado e sepultado na tarde desta quarta-feira (17).

O corpo do ortopedista e pecuarista Ramiro Pereira de Matos foi encontrado em meio aos destroços de sua aeronave | Foto: Álbum de Família

O corpo do médico pecuarista Ramiro Pereira de Matos, 67 anos, será sepultado nesta quarta-feira (17), às 21h, no Cemitério da Saudade, em Araçatuba (SP). Ele morreu em um acidente aéreo na manhã dessa terça-feira (16), quando a aeronave que pilotava caiu em uma fazenda localizada em Corumbá (MS).

Inicialmente, o velório estava previsto para as 16h desta quarta, com sepultamento agendado para as 18h. Mas o corpo ainda está no Instituto Médico Legal (IML) de Campo Grande (MS), para exame necroscópico.

Agora, a previsão é de que o velório tenha início às 19h, na capela da Funerária Cardassi da avenida Saudade, e o sepultamento às 21h, no Cemitério Municipal da Saudade.

O deslocamento até Campo Grande foi feito pelo Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, a pedido da pela Força Aérea Brasileira (FAB).

A família aguarda a liberação do corpo para o traslado via aérea, até Araçatuba, onde Ramiro Pereira Matos residia. Ele deixa a esposa, dois filhos e duas netas.

Sumiu dos radares

Ramiro Pereira de Matos era considerado um piloto experiente. Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), ele decolou de Araçatuba (SP) em um Cessna 210 Silver Eagle, de prefixo PS-FDW às 6h39 de terça-feira, com um plano de voo de duas horas até a fazenda da família, em Figueirópolis D´Oeste (MT).

O trajeto, que ele fazia com frequência, foi interrompido quando a aeronave desapareceu dos radares. A FAB informou que a aeronave desapareceu dos radares a 90 milhas náuticas (aproximadamente 166 km) de Cuiabá (MT). No momento, as condições meteorológicas eram adversas, com chuva intensa e trovoadas.

A aeronave, fabricada em 1980, era de propriedade do próprio médico e, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), estava com sua situação de aeronavegabilidade em dia, o que torna o mau tempo a principal hipótese para o acidente.

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