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Polícia Civil revela novos detalhes sobre caso de corpo abandonado no meio da rua em Araçatuba

A Polícia Civil de Araçatuba (SP) identificou seis pessoas no inquérito que investiga a morte e ocultação de cadáver de Fábio César Correia, também conhecido como Bim, de 49 anos. Seu corpo foi encontrado abandonado enrolado em uma lona de plástico, próximo a uma praça, na rua Humberto Bergamashi, na manhã do dia 4 deste mês.

Segundo as informações divulgadas, três dessas pessoas tiveram suas prisões temporárias decretadas, pois estavam na casa onde a vítima foi assassinada, localizada cerca de 60 metros do local onde o corpo foi encontrado. Duas delas já estão presas, enquanto a terceira está foragida, e todas são usuárias de drogas.

As outras três pessoas identificadas teriam auxiliado na tentativa de ocultação do cadáver. Elas teriam desenterrado o corpo do quintal da residência onde ocorreu o crime e tentado colocá-lo em um carro para levá-lo a um local desconhecido. No entanto, como não conseguiram, acabaram enrolando o corpo em uma lona plástica e o arrastando pela rua.

Devido ao peso e ao mau cheiro, os dois investigados que estavam arrastando o corpo desistiram de colocá-lo no porta-malas do carro e o abandonaram no meio da rua. Estes três indivíduos foram identificados e interrogados nesta quarta-feira (13). Um deles é motorista por aplicativo e estava dirigindo o veículo, que também foi apreendido para perícia.

O inquérito está sendo conduzido pela Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DH/Deic). Segundo os delegados Paulo Natal e Rodolfo Carlos de Oliveira, responsáveis pelo caso, o assassinato ocorreu dois dias antes de o corpo ser encontrado, em uma casa na própria rua Humberto Bergamashi.

Essa residência, de acordo com a polícia, pertence a uma mulher considerada traficante de drogas, e o local é frequentado por usuários, sendo conhecido como um “fumódromo”. A suspeita teria sido a primeira a agredir a vítima, alegando que dois meses antes teria sido estuprada por ele. No entanto, essa versão ainda está sob investigação, pois a mulher já teria feito queixas semelhantes anteriormente.

Segundo o relato da investigada, na noite do crime, ela teria acordado com Bim tentando estuprá-la novamente, momento em que ela e seu ficante teriam agido, desferindo golpes na cabeça do homem, resultando em sua morte por traumatismo craniano.

Os três investigados que tiveram a prisão temporária decretada confirmaram estar na residência no momento dos fatos, mas um deles alega não ter participado diretamente do crime, apenas ajudado na ocultação do cadáver.

Após a morte de Bim, os envolvidos decidiram enterrar seu corpo no quintal da casa, mas, ao perceberem o mau cheiro, tentaram desenterrá-lo e transportá-lo para outro local. No entanto, devido ao peso e ao odor, abandonaram o corpo no meio da rua, retornando depois para a casa e deixando o local quando a moradora não os atendeu.

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