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Prefeitura suspende convênio com psicólogo investigado por estupro de criança

Psicólogo mantinha contrato com a Prefeitura para atendimento de crianças portadoras de TEA; ele é investigado por estupro contra criança autista.

Sede da DDM em Araçatuba | Foto: Richard Silva

A Prefeitura de Araçatuba (SP) anunciou a suspensão imediata de todos os atendimentos e do convênio vigente com o psicólogo que está sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), por suspeita de estupro de vulnerável contra uma criança autista de cinco anos.

A decisão foi tomada em resposta à gravidade das denúncias envolvendo o profissional, que atendia crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) encaminhadas pelo município.

Em nota, a administração municipal informou que, além da suspensão imediata, procederá com a anulação definitiva do contrato após a conclusão das investigações e a devida apuração dos fatos pelas autoridades competentes.

Continuidade da Assistência

A Prefeitura garantiu que os pacientes que tinham sessões agendadas com o psicólogo não ficarão sem assistência. Eles serão remanejados para outros prestadores da rede conveniada, assegurando que nenhum tratamento seja interrompido.

A gestão municipal reiterou seu compromisso com a proteção integral da criança e do adolescente e afirmou que está à inteira disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

Vereadora pediu a suspensão do contrato após denúncia

A vereadora Sol do Autismo (PL) encaminhou um ofício ao prefeito de Araçatuba, Lucas Zanatta (PL), na quinta-feira (19), solicitando a suspensão imediata e preventiva do contrato com a clínica de psicologia de propriedade do profissional investigado pela Polícia Civil.

O documento formalizou a preocupação com a continuidade do serviço enquanto o psicólogo responsável é investigado.

Segundo a denúncia que originou o inquérito, o crime teria ocorrido durante uma sessão de terapia com um paciente de cinco anos, diagnosticado com TEA.

No texto, a vereadora ressalta que o pedido não representa um prejulgamento, mas uma medida de cautela para proteger os usuários do serviço.

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