Ari do Carmo (PSD), prefeito de Apiaí, ficará mais três meses afastado do cargo em decisão tomada pela Justiça da cidade, na quinta-feira (18). Carmo é acusado de utilizar R$ 100 mil sem licitação para compra de medicamentos, responde por improbidade administrativa, por suspeita de fraudar um concurso público, manter uma servidora fantasma e também realizar contratações irregulares.
O primeiro afastamento aconteceu em setembro, quando foi proibido de acessar as dependências da prefeitura por três meses. A vice-prefeita, Juliana Maria Teixeira da Costa, também foi afastada, acusada de desviar R$ 41,2 mil.
O juiz Victor Caetano Lima afirmou na decisão que pelo fato do processo estar em fase de investigação é uma “Circunstância que revela risco real de interferência na produção da prova, caso retorne ao cargo”.
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O primeiro pedido de afastamento foi negado em agosto pela Justiça, mas foi imposto a Ari algumas medidas que não foram cumpridas como a proibição de novas nomeações para funções técnicas e contratações diretas sem concurso público, além da realização de uma reforma administrativa em até um ano.
A denúncia inicial envolveu contratações irregulares, na Secretaria de Saúde, até então comandada por Juliana. A jovem contratada teria recebido R$ 27,5 mil por serviços simulados.
Em setembro, com o descumprimento das medidas, houve o pedido de afastamento do cargo. Entre as atitudes tomadas por Ari foi a autorização de R$ 100 mil para pagar uma empresa de medicamentos sem licitação. deliberada”, ignorando os ditames legais para ocultar os responsáveis pelos pagamentos ilegais.



