RÁDIO AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO Ícone TV
RÁDIO AO VIVO Ícone Rádio

Justiça determina melhorias em maternidade de hospital em cidade do Vale do Ribeira

Para o Ministério Público, as irregularidades são persistentes e configuram violação aos direitos fundamentais à saúde, à dignidade da pessoa humana e à proteção da maternidade e da infância

Após uma ação do Ministério Público do Estado de São Paulo, o Estado de São Paulo e o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Ribeira e Litoral Sul (CONSAÚDE) terão 30 dias para adequar de forma emergencial as instalações da maternidade no Hospital Regional Dr. Leopoldo Bevilacqua, em Pariquera-Açu.

Segundo a Justiça, as medidas tem como objetivo garantir o funcionamento integral do sistema de climatização, mobiliário adequado, higienização permanente e condições estruturais mínimas de segurança e salubridade nas enfermarias, no centro obstétrico e na Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional.

A determinação foi publicada nesta quarta-feira (28) pelos promotores de Justiça Mayara Cristina Navarro Lippel, Lucas Mostaro de Oliveira e Rodrigo Lúcio dos Santos Borges, autores de ação civil pública ajuizada após Procedimento Administrativo de Acompanhamento identificar graves deficiências na estrutura da maternidade, com risco à saúde de gestantes, puérperas e recém-nascidos.

Siga o perfil do THMais Band Litoral no Instagram

  Faça parte do canal de WhatsApp do THMais e fique bem-informado o dia todo

  Se inscreva no canal do Youtube da THMais Band Litoral e veja nossos vídeos

Segundo a petição inicial, vistoria realizada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) a pedido do MPSP, em janeiro de 2025, apontou a inexistência de conforto térmico nos ambientes da maternidade, além de falhas recorrentes no sistema de ar-condicionado.

Também foram constatados mobiliário deteriorado, como cadeiras danificadas, e deficiências significativas de higiene, especialmente nos banheiros das alas obstétricas.

A ação foi instruída ainda com relatos recentes de usuárias, acompanhados de fotos e vídeos, que descrevem quartos sem ventilação adequada, calor excessivo e condições insalubres, inclusive em áreas de internação neonatal.

Para o Ministério Público, as irregularidades são persistentes e configuram violação aos direitos fundamentais à saúde, à dignidade da pessoa humana e à proteção da maternidade e da infância.

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS