RÁDIO AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO Ícone TV
RÁDIO AO VIVO Ícone Rádio

Justiça obriga estado de São Paulo a realizar estudos para conter erosão na Ilha do Cardoso

Segundo o promotor Paulo Campos dos Santos, 400 moradores de comunidades caiçaras e aldeias indígenas, sofrem com o avanço iminente da erosão nos locais

Edilson Nascimento/Fundação Florestal

Uma liminar obtida pela 1ª Promotoria de Justiça Regional do Meio Ambiente do Vale do Ribeira determinou no último dia 2 de fevereiro, que o Governo do Estado de São Paulo e à Fundação Florestal realize em, duas áreas situadas no Parque Estadual Ilha do Cardoso, estudos de impacto ambiental e técnicos para conter a erosão da ilha.

Pela decisão, os órgãos responsáveis terão até 45 dias para concluir as análises sobre as regiões do Melão e da Pereirinha, implementando providências efetivas para diminuir ou eliminar danos ambientais, caso se conclua pela sua possibilidade com ganho ambiental comprovado.

Siga o perfil do THMais Band Litoral no Instagram

  Faça parte do canal de WhatsApp do THMais e fique bem-informado o dia todo

  Se inscreva no canal do Youtube da THMais Band Litoral e veja nossos vídeos

Segundo o promotor Paulo Campos dos Santos, 400 moradores de comunidades caiçaras e aldeias indígenas, sofrem com o avanço iminente da erosão nos locais. O Estado e a Fundação precisarão autorizar a realocação destas famílias para áreas seguras previamente identificadas, sempre obedecendo às exigências da legislação ambiental.

O Ministério Público afirma que em 2018, o rompimento de um esporão arenoso levou à abertura de uma nova barra no Canal do Ararapira, alterando a configuração da ilha e forçando a realocação de comunidades como Vila Rápida e Enseada da Baleia.

Além disso, no trecho do Melão, a faixa de terra se estreitou para cerca de 48 a 50 metros, com risco iminente de novo rompimento. Já em Pereirinha, a erosão progressiva ameaça residências e estruturas comunitárias. 

O MP-SP afirma que vistorias técnicas confirmaram a gravidade do quadro e planos comunitários elaborados pelos próprios moradores apontaram a necessidade de medidas integradas de contenção, monitoramento e definição de áreas seguras para eventual realocação.

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS