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Santos registra alta na inadimplência pelo quinto mês seguido

Segundo a pesquisa, a cidade registrou, em fevereiro de 2026, alta de (1,01%), quase o dobro do registrado em janeiro (0,59%)

O levantamento mensal realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Santos Praia, aponta que pelo quinto mês consecutivo a cidade de Santos teve alta na inadimplência.

Segundo a pesquisa, a cidade registrou, em fevereiro de 2026, alta de (1,01%), quase o dobro do registrado em janeiro (0,59%). Na região Sudeste, o índice é menor (0,43%) e no Brasil (0,71%).

Na variação anual, comparando fevereiro de 2026 com fevereiro de 2025, a alta acumulada em Santos é de (10,34%). Já na região Sudeste, o avanço foi de (9,80%), e no Brasil, de (10,22%).

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Os dados são divulgados mensalmente com base nos dados do SPC Brasil. É verificado se a quantidade de devedores e de dívidas aumentou ou diminuiu em relação ao mês anterior e no acumulado de 12 meses. A partir disso, é possível traçar um perfil por sexo, valor das dívidas, tempo de atraso, número de dívidas em atraso e setores com maior índice de inadimplência. A CDL não tem acesso a dados pessoais dos devedores.

Em um recorte mais detalhado, a maior concentração de inadimplentes em Santos está na faixa etária de 50 a 64 anos (25,05%). Por sexo, a distribuição é equilibrada: (52,78%) são mulheres e (47,22%) são homens.

No mês de fevereiro de 2026, cada consumidor negativado da cidade devia, em média, R$ 6.396,58, considerando a soma de todas as dívidas.

Os dados mostram ainda que:
24,24% dos consumidores tinham dívidas de até R$ 500;
11,18% tinham dívidas de R$ 500,01 a R$ 1.000;
17,95% tinham dívidas de R$ 1.000,01 a R$ 2.500;
22,57% tinham dívidas de R$ 2.500,01 a R$ 7.500;
24,06% tinham dívidas acima de R$ 7.500.

O tempo médio de atraso é de 29,9 meses (2 anos e 5 meses). Além disso, (35,62%) dos devedores estão inadimplentes entre 1 e 3 anos.

Em fevereiro de 2026, o número de dívidas em atraso de moradores de Santos cresceu (3,94%) em relação a janeiro de 2026. O índice ficou abaixo do registrado na região Sudeste (2,35%) e da média nacional (2,28%).

Na comparação entre fevereiro de 2026 e fevereiro de 2025, o número de dívidas em atraso subiu (19,61%) em Santos. No Sudeste, a alta foi de (18,02%), e no Brasil (17,76%).

Em números absolutos, em fevereiro de 2026, cada consumidor inadimplente em Santos tinha, em média (2,362 dívidas em atraso). O número ficou acima da média da região Sudeste (2,355 dívidas por pessoa) e da média nacional (2,295 dívidas por consumidor).

O setor que mais registrou dívidas em fevereiro, em Santos, foi o de Bancos (79,24%), seguido por Outros (9,08%), Água e Luz (5,49%), Comunicação (3,72%) e Comércio (2,47%).

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