Ex-candidata a prefeita de Mongaguá arremessa rato morto em sessão da Câmara Municipal e é restringida de entrar no local

A decisão foi publicada no Diário Oficial do município nesta quinta-feira (11), devido ao caso que ocorreu na última segunda-feira (8)

Carolina Ribeiro
Carolina Ribeiro
Jornalista com pós-graduação em Assessoria e Gestão da Comunicação e Jornalismo Esportivo. Apaixonada por comunicação, acredito que o jornalismo é uma ferramenta importante para informar com responsabilidade e aproximar pessoas. Casada, mãe de pet, santista e fã de filmes de animação, amo contar histórias.

A ex-candidata a Prefeitura de Mongaguá, Márcia das Dores Silva, conhecida como Dra Márcia de Mongaguá, está restringida de entrar na Câmara de Vereadores da cidade por 180 dias após o episódio em que jogou um rato morto no plenário do Legislativo. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município nesta quinta-feira (11), devido ao caso que ocorreu na última segunda-feira (8).

Na ocasião, Márcia realizou o protesto após a aprovação, por oito votos favoráveis e três contrários, do Projeto de Lei nº 55/2026 que autoriza a contratação de um empréstimo de até R$ 130 milhões para investimentos e obras no município.

É uma ratazana em cima do dinheiro público. A cidade pequena, com orçamento normal e eles querem fazer empréstimo para jogar a cidade aí, a perder de vista e tirar tudo que a população tem”, afirmou a ex-candidata em vídeo publicado nas redes sociais.

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De acordo com ela, o animal foi encontrado sem vida em uma praia da cidade.

A decisão de restringir a presença da mulher no legislativo mongaguense foi assinada pelo presidente da Câmara, Luiz Berbiz, conhecido como Tubarão e possui caráter preventivo e administrativo, com o objetivo de preservar a ordem, a segurança institucional e a regularidade dos trabalhos legislativos.

Apesar disso, o documento não impede Márcia de exercer o direito de petição, protocolar documentos, solicitar informações públicas ou participar de atos específicos previamente autorizados pela Presidência da Câmara.

Caso a mulher desrespeite a determinação, a Câmara Municipal poderá acionar as autoridades policiais e adotar medidas administrativas e judiciais.

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