O Santos analisa estádios disponíveis para mandar seus jogos em São Paulo, uma vez que o Pacaembu, estádio cotado para receber os jogos do Peixe, não possui todas as documentações necessárias para ser sede de partidas da equipe da Baixada Santista.
A utilização do Pacaembu não está totalmente descartada e as negociacções continuam.
O Governo de São Paulo abriu por um mês uma consulta pública para receber sugestões sobre melhorias nas áreas não só do Ibirapuera, mas também da Vila Olímpica Mário Covas, antes da proposta pela concessão dos espaços. Atualmente, o complexo está em reforma, com investimento estimado em R$ 70 milhões – o estádio será modernizado com novos assentos, telões e outras melhorias.
O Santos já mostrou ao órgão o interesse de entrar na disputa para ficar com as duas áreas, com diferentes interesses em cada uma delas.
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O Complexo do Ibirapuera conta com o Estádio Ícaro de Castro Mello, que possui capacidade para 13 mil torcedores. A ideia é realizar neste estádio os jogos do profissional durante as obras da Vila Belmiro.
O modelo em discussão é de somente uma concessão de uso. Ou seja, respeitando a preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental. A Secretaria de Esportes é quem está conduzindo o processo. O Alvinegro estuda usar os espaços para treinos da base e jogos do profissional.
O estádio do Ibirapuera seria uma alternativa ao Pacaembu, uma vez que a parceria entre o clube e a nova administradora do espaço não se concretizou e não há sinalização de avançar. O Peixe precisa ter documentado um estádio para jogar antes de começar eventuais obras de demolição da Vila Belmiro.
A ideia da Secretaria é qualificar o uso desses espaços, justamente com a prática esportiva de alto nível. O Santos, portanto, aparece como uma possibilidade real e contundente para ficar com a concessão das áreas.
No caso da Vila Olímpica, a ideia seria utilizá-la para treinamentos das categorias de base. O clube ainda estudará se é viável embarcar nesse projeto, mas entende que precisa de alternativas ao CT Meninos da Vila e Rei Pelé.
O Peixe aguarda concluir ainda neste semestre as negociações com a WTorre pela nova arena e, assim, dar andamento a todos os trâmites necessários para realizar a demolição da Vila Belmiro. A projeção é de uma obra de até quatro anos.



