O advogado Leonardo Augusto Barduco, de 27 anos, acusado de comprar imagens sexuais de uma criança de seis anos, se entregou à polícia e foi preso, em Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira. O homem admitiu que queria manter relações com a criança.
O pai da vítima, também envolvido no caso, já havia sido preso por produzir e vender as imagens.
Barduco se entregou no último domingo (15), após a polícia tentar cumprir um mandado de prisão contra ele e ele ter fugido ao notar a presença dos agentes.
Siga o perfil do THMais Band Litoral no Instagram
Faça parte do canal de WhatsApp do THMais e fique bem-informado o dia todo
Se inscreva no canal do Youtube da THMais Band Litoral e veja nossos vídeos
Após consulta aos sistemas, a ordem judicial foi confirmada e o homem teve a captura formalizada.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, ele foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia de Pariquera-Açu, onde permaneceu à disposição da justiça.
Prisão do pai da vítima
Um homem de 33 anos foi preso na tarde de sexta-feira (13), por policiais civis do 1º Distrito Policial de Iguape, por crimes graves contra a dignidade sexual da própria filha de 6 anos.
Após investigações, policiais se dirigiram até o imóvel do suspeito no bairro Rocio, para cumprimento de mandado de busca e apreensão. No local foi apreendido um aparelho celular pertencente ao suspeito.
Na Delegacia, com acesso conteúdo do equipamento, os investigadores identificaram conversas que indicavam a possível produção e circulação de imagens envolvendo a criança, assim como menções à intenção de obtenção de vantagem financeira mediante exploração do material.
Na ocasião, asmensagens também apontaram a participação de outro homem, que seria suspeito de realizar pagamentos e receber vídeos contendo as cenas ilícitas, sugerindo a existência de um esquema de exploração sexual envolvendo a vítima. O pai da criança recebeu voz de prisão em flagrante.
Segundo a polícia civil, há indícios da prática de crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código Penal, relacionados à exploração sexual de vulnerável, produção e compartilhamento de material envolvendo criança.
Após os registros, o homem foi conduzido ao sistema penitenciário, e as investigações continuam.



