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Falso médico preso em Cananéia já havia sido acusado do mesmo crime; saiba mais

Segundo informações, um homem denuncio Mazzini em santo Amaro, em São Paulo quatro meses antes

Foto: Reprodução

Wellington Mazini, falso médico que foi preso em Cananéia e denunciado pelo Ministério Público (MP) após atender pacientes em um Unidade Básica de Saúde da cidade, já havia sido acusado de cometer os mesmos crimes alguns meses antes.

Segundo informações, um homem denuncio Mazzini em santo Amaro, em São Paulo quatro meses antes.

O falso médico foi preso no dia 7 de janeiro após atender centenas de pessoas e afirmar que ganharia R$ 2 mil pelo serviço usando os documentos de um profissional no qual é sócio. Foi aberta uma sindicância no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) para apuração do caso.

A denúncia anterior foi feita em setembro de 2025 e Wellington foi acusado de associação criminosa, estelionato, falsidade ideológica e material, além de apropriação indébita. Na ocasião, ele também se passava pelo médico em que é sócio para realizar procedimentos como ultrassonografias de próstata e vias urinárias, abdome total e exames do aparelho urinário e próstata.

Caso de Cananéia

A Polícia Civil da cidade de Cananéia, no Vale do Ribeira, está investigando o caso com o intuito de descobrir se o empresário Wellington Augusto Mazini Silva, preso por se passar por um médico, teria um “acordo prévio” com o verdadeiro médico da unidade.

O médico pelo qual ele se passava ainda será ouvido pela polícia. Até o momento, os pacientes atendidos naquele dia já prestaram depoimentos. A fraude foi descoberta após um dos pacientes estranhar o comportamento do médico ao ouvir ele dizer que no ultrassom viu um órgão que o paciente não tinha.

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Informalmente, Wellington teria dito que ganharia R$ 2 mil pelo serviço. Ele passou por audiência de custódia e teve a prisão em flagrante convertida para preventiva. A Defesa de Wellington afirmou que recorrerá da decisão.

De acordo com a Prefeitura de Cananéia, o médico responsável pelo serviço foi regularmente contratado pela empresa gestora do sistema municipal de saúde, com a apresentação de toda a documentação exigida para sua admissão, incluindo CRM válido. Mas, quem efetivamente compareceu à unidade para a prestação do serviço foi outra pessoa, que se fez passar pelo profissional contratado, utilizando documentos falsos apresentados tanto a servidores municipais quanto à autoridade policial.

Em nota, a Prefeitura de Cananéia esclareceu que o indivíduo atuou por apenas um dia, utilizando equipamentos próprios.

“Embora a ultrassonografia seja um exame de baixo risco, a ausência de habilitação legal configura grave violação ética e legal”, afirmou a administração municipal.

Também foi assegurado que nenhum paciente será prejudicado e que todos aqueles que foram submetidos a exames na data de 6 de janeiro serão reconvocados para a realização de novos exames no dia 13 de janeiro.

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