Emílio Carlos Alves Ramos, foi condenado a 27 anos de prisão em regime fechado pela morte de Camila Indame Ramos. A decisão aconteceu nesta quarta-feira (13). O crime aconteceu em abril de 2022.
O homem matou a esposa no apartamento do casal e forjou um suicídio da vítima para enganar as investigações. Na época, ele afirmou ter encontrado o corpo de Camila e que ela apresentava um quadro depressivo.
A mulher foi encontrada com um pano enrolado no pescoço na sala do apartamento em que vivia na Avenida Ana Costa no bairro Vila Mathias.
Emílio foi condenado a 27 anos em regime fechado sendo eles, 25 por homicídio qualificado e dois por fraude processual. A defesa do réu recorreu da sentença.
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Relembre o caso
Em depoimento à polícia na época, Emílio afirmou que tinha saído para trabalhar e trocou mensagens com a esposa e que ao fim do expediente, notou que ela não havia respondido. Na chegada à residência, teria encontrado o corpo caído de bruços com o pano no pescoço. O companheiro disse que tentou retirá-lo e fazer manobras cardíacas nela, mas sem sucesso.
Para os agentes, ele afirmou que a mulher tinha depressão e tomava zolpidem.
Mas, laudos médicos afirmavam que o corpo da vítima tinha diversas marcas de dias diferentes. Além disso, ela estava sob efeito de álcool e zolpidem, medicamento que induz o sono. Com isso, o delegado na época questionou se a vítima teria força para cometer suicídio estando “grogue”.


