Um homem de 20 anos foi preso na manhã de sexta-feira (24), por suspeita de integrar uma quadrilha responsável por uma série de roubos a estabelecimentos comerciais em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A prisão foi realizada por policiais do 3º Distrito Policial (DP) do município, após cerca de um mês de investigações.
De acordo com a corporação, quatro suspeitos foram identificados pelo envolvimento em um assalto ocorrido em junho deste ano, em uma loja de conveniência localizada no bairro Vila Caiçara. Na ocasião, os criminosos se passaram por entregadores para entrar no estabelecimento e, mediante grave ameaça, roubaram dinheiro e diversos produtos comercializados no local.
Com o avanço das investigações, os policiais reuniram elementos que embasaram o pedido de prisão temporária de um dos investigados, além da expedição de mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária. Durante as diligências, os investigadores localizaram motocicletas utilizadas nas ações criminosas e apreenderam diversos objetos de interesse para a investigação, como peças de vestuário, capacetes, aparelhos celulares e outros itens que poderão contribuir para a elucidação dos crimes.
Em um dos imóveis vistoriados, também foram encontrados produtos com comercialização proibida no Brasil, entre eles cigarros de origem estrangeira sem regularização e fogos de artifício.
Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam que os integrantes do grupo também estariam envolvidos em outros roubos praticados contra lojas da mesma rede em Praia Grande. Dois dos suspeitos já haviam sido presos em flagrante durante outro assalto a um estabelecimento no bairro Vila Tupi.
A quadrilha teria atuado entre os meses de junho e julho deste ano, período em que foi responsável por uma sequência de crimes patrimoniais na cidade.
Após o cumprimento dos mandados, o suspeito foi encaminhado ao 3º Distrito Policial para a formalização dos procedimentos de polícia judiciária. Ele permanece preso e à disposição da Justiça, enquanto as investigações prosseguem para identificar e responsabilizar os demais envolvidos.
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