Com apenas 23% dos profissionais engajados, o debate sobre felicidade corporativa e saúde mental ganhou protagonismo nas empresas. Especialistas como Bruno Gonçalves defendem que o “erro invisível” da gestão está em focar apenas em metas e resultados, ignorando cultura, liderança e propósito. Muitas organizações ainda adotam uma abordagem reativa, tratam bem-estar como discurso de RH e não como estratégia sistêmica, deixando de preparar líderes e de considerar as diferentes realidades da força de trabalho.
Dados do relatório Check-up de Bem-Estar 2025, da Vidalink, mostram piora na satisfação com a saúde mental e alta incidência de sentimentos negativos no trabalho — especialmente entre mulheres e jovens. Exercícios físicos aparecem como principal forma de cuidado, enquanto mulheres recorrem mais à terapia e relatam maior sobrecarga, conciliando trabalho remunerado e não remunerado. O estudo reforça que bem-estar exige tempo, recursos e políticas que considerem gênero, faixa etária e contexto social.
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Para promover um ambiente saudável, empresas precisam agir em quatro frentes: identificar grupos mais vulneráveis, oferecer benefícios e políticas efetivas (saúde física, mental e financeira), desenvolver lideranças preparadas e atuar no sistema — estrutura, cultura e clima — e não apenas no indivíduo. Cuidar das pessoas é uma decisão moral e estratégica: profissionais que se sentem apoiados são mais engajados, produtivos, leais e promotores da marca empregadora.
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