Os estados brasileiros têm investido em tecnologia para combater a violência contra a mulher, com ferramentas como pedidos de proteção via celular e botão do pânico. Apesar disso, o aumento dos casos de feminicídio evidencia a dificuldade em garantir a segurança das vítimas — realidade que também se repete na Baixada Santista.
Casos recentes em Praia Grande reforçam o cenário preocupante. Uma mulher de 34 anos foi assassinada pelo marido no Dia Internacional da Mulher, enquanto outra vítima, de 40 anos, foi morta a tiros pelo companheiro, que fugiu após o crime. Especialistas alertam que, embora alguns agressores aleguem problemas psiquiátricos, é fundamental uma avaliação criteriosa para um diagnóstico correto.
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Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam recorde de feminicídios em 2025, com média de quatro mulheres mortas por dia no país. Como resposta, um novo sistema deve permitir o registro imediato das ocorrências pela Polícia Militar, sem necessidade de deslocamento até delegacias. Autoridades reforçam que, além de políticas públicas, a denúncia é essencial para combater esse tipo de crime.
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