Com a chegada da Copa do Mundo, o desejo dos fãs da competição de ter o álbum de figurinhas cresce junto. Bruno Christol tem álbuns completos das edições de 1998, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022 e, agora, passa essa paixão para seu filho, de apenas 7 anos de idade.
A paixão por colecionar álbuns de figurinhas da Copa do Mundo começou ainda na adolescência. O colecionador relembra que teve sua primeira experiência no Mundial de 1998, quando utilizava o dinheiro que conseguia com pequenos trabalhos e economias do dia a dia para comprar pacotes de figurinhas. O hábito foi fortalecido pelas trocas realizadas com colegas da escola e, ao longo dos anos, transformou-se em um hobby que ultrapassou os álbuns da Copa, passando a incluir outras coleções.
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Com o nascimento do filho, a tradição ganhou um novo significado. Durante a Copa do Mundo do Catar, em 2022, ele passou a compartilhar a experiência com a criança, que na época tinha apenas 3 anos. Enquanto o pai montava sua coleção, o filho participava colando algumas figurinhas e desenvolvendo interesse pelo universo dos álbuns. Desde então, o costume se tornou uma atividade em família, incentivada a cada edição do torneio.
Agora, aos 7 anos, o menino mantém o entusiasmo pela coleção, especialmente pela emoção de abrir os pacotinhos e descobrir novas figurinhas. O primeiro álbum desta Copa foi completado em apenas nove dias, com a ajuda de familiares e muitas trocas. Para que o filho continuasse participando da brincadeira com os amigos da escola, o pai decidiu iniciar uma nova coleção, desta vez em um álbum de capa dura que ficará guardado em seu acervo. Mais do que completar páginas, a iniciativa representa a oportunidade de criar memórias afetivas que atravessam gerações e se renovam a cada quatro anos.
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