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Tô no trampo! Instituto Badra realiza pesquisa para entender a visão do trabalhador sobre o mercado de trabalho atual

O Instituto Badra, em especial neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, realizou uma pesquisa com o objetivo de
compreender como as pessoas estão se relacionando com sua atividade profissional na atualidade a partir de aspectos como situação profissional atual; ocupação e vínculo principal; faixa de rendimento mensal; local de trabalho; exigências de qualificações; grau de satisfação com o trabalho atual; expectativa profissional e desejos para os próximos anos, entre outros.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 28 de abril de 2025, quando foram entrevistados 1.503 habitantes de 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento revela que quatro, em cada dez trabalhadores, não têm por objetivo de vida o trabalho assalariado. Empreender e ou atuar de forma “livre” é o que eles buscam. De acordo com o estudo, 49% dos entrevistados avaliam como ruim ou muito ruim a qualidade de vida do trabalhador brasileiro, contra 16% que a consideram boa ou muito boa. Exatos 34% dizem que é regular e 1% não soube opinar.

A redução da jornada de trabalho de 5 para 4 dias, sem redução de salários, é vista por 69% como uma iniciativa que iria melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. Ainda assim, 57% entendem que ela traria prejuízos às empresas e 41% que ela produziria efeitos negativos para o País.

O levantamento mostra que 74% dos ouvidos se dizem satisfeitos ou muitos satisfeitos com o seu trabalho atual. Sobre a expectativa em relação a situação profissional para os próximos dois anos, 26% desejam crescer em sua área atual.

Outros 26% revelam que querem mudar de área. Pelo menos 1/3 dos entrevistados julga como provável ou muito provável a perda de sua principal fonte de renda nos próximos 12 meses. Quase 70% dos que participaram da pesquisa declarou ter um rendimento mensal bruto entre 1 e 2 salários-mínimos, ou seja, de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil. Cerca de 10% recebem até um salário-mínimo e destes 62% são mulheres e 38% homens.

Respostas cruzadas

Entre os que apontam a baixa remuneração (29%) como a maior dificuldade enfrentada no trabalho atual, 61% são mulheres e 39% homens. Para os que consideram como maior problema a carga horária elevada (14%), exatamente 50% são homens e 50% mulheres.

Dos que hoje atuam com carteira assinada, três em cada dez revelam o desejo de abrir o seu próprio negócio, patamar similar ao encontrado no todo da amostra, também de 30%, quando o assunto é o desejo de empreender, sonho, aliás atrelado ao objetivo principal de alcançar uma renda mais alta e, consequentemente, independência financeira.

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