Maria das Graças, de 64 anos, está desaparecida desde o dia 14 de abril. Ela trabalhava como diarista em uma chácara em Cabreúva. A família acredita que ela não saiu do local.
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A filha da idosa conta que Maria conhecia a chácara como a palma da mão, já que trabalhava lá há seis anos. Ela não tinha histórico de brigas ou inimizades. No dia do desaparecimento, Maria enviou áudios para a família. Horas depois, o celular dela foi desligado e ela nunca mais foi vista.
Uma vizinha disse que ouviu gritos de uma mulher vindo da chácara. “O que a gente achou esquisito é que no dia seguinte apareceram cinco sacos de lixo”, contou.
A Guarda Municipal usou cães farejadores no local. Dois fatos chamaram a atenção: o cão levou os agentes até uma área de mata com dois lagos nos fundos da chácara. Além disso, o quarto de Maria foi encontrado revirado. A família acredita que alguém mexeu no cômodo e está escondendo informações.
O caseiro disse que viu Maria na cozinha na manhã do dia 14. A família desconfia da versão. A Polícia Civil esteve no local, mas até agora não abriu inquérito. A família pede que o caso seja investigado.
“Ela tava aqui lutando pelos bens dela, pelos sonhos dela. Alguém tirou esse sonho dela. O que passa no meu coração é vontade de correr atrás e não achar ela”, desabafou a filha, emocionada.







