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Câmeras registram português embarcando com bebê de Valinhos no aeroporto de Guarulhos

Marcela Gomes
Marcela Gomes
Chefe de redação na Thathi Record Campinas e editora-chefe do Balanço Geral. Apaixonada por jornalismo, com especialização em Mídia e Tecnologia e pós graduação em Semiótica. Mãe do Nietzsche (o cão, não o filósofo) e do Luck, meu "Felix Felicis".

As imagens que mostram o momento em que um homem deixa o Brasil com uma recém-nascida foram gravadas no aeroporto de Guarulhos, no dia 16 de novembro. O português empurra as malas e é acompanhado por uma mulher que está com o carrinho de bebê. Ela está com a criança no colo.

O homem, de 49 anos, foi preso no dia 04 de dezembro, durante uma operação da Polícia Federal. De acordo com as investigações, a suspeita é que ele faça parte de um esquema de tráfico internacional de bebês.

A criança foi localizada pela polícia judiciária de Portugal na cidade de Valongo e aguarda documentação para ser repatriada.

Segundo a Polícia Federal, os agentes identificaram quatro viagens feitas pelo suspeito entre Brasil e Portugal em 2015, 2021 e 2023. Neste ano o homem teria feito duas viagens.

O mesmo homem havia registrado, em menos de um mês, outra recém-nascida como sua filha, no mesmo hospital. Segundo a PF, os registros de paternidade foram feitos com documentos falsos, em juízos diferentes de São Paulo. Os procedimentos eram acompanhados de pedido de guarda unilateral dos bebês, o que permitia que o homem saísse do país com as crianças sem a autorização da mãe.

A suspeita é que o português tenha vindo buscar no Brasil o outro recém-nascido, que ainda está no hospital. Diante disso, a alta hospitalar do bebê foi adiada, e a Polícia Federal iniciou uma série de diligências com apoio do Ministério Público de São Paulo, do Ministério Público Federal e da Justiça Federal.

Os suspeitos poderão responder por tráfico internacional de pessoas, registro falso, promoção de ato destinado ao envio de criança ou adolescente para o exterior com inobservância das formalidades legais ou com o fito de obter lucro, entre outros delitos. A pena pode ultrapassar 18 anos.

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