A Polícia Civil segue investigando a morte do advogado Lucas Silva Lopes, de 30 anos, encontrado com sinais de violência em uma estrada de terra, em Mogi Mirim. Enquanto familiares e amigos aguardam respostas, uma nova informação pode ajudar a esclarecer o caso: o carro da vítima possuía um rastreador, que está sendo utilizado pelos investigadores para reconstruir os últimos passos do advogado.
Com os dados do equipamento, a polícia trabalha para levantar o trajeto percorrido pelo veículo, identificar por quais ruas e rodovias ele passou e localizar imagens de câmeras de segurança e registros de pedágios que possam mostrar quem estava dirigindo o automóvel e como foi a movimentação antes do crime.
O que já se sabe
Lucas estava desaparecido desde sábado, 1º de agosto, quando saiu de casa, em Hortolândia. A família registrou um boletim de ocorrência após ele não retornar.
Na manhã de segunda-feira, 3 de agosto, o corpo do advogado foi encontrado sem roupas e com sinais de violência em uma estrada de terra no Distrito Industrial Luiz Torrani, em Mogi Mirim.
Pouco tempo depois, policiais localizaram o Chevrolet Tracker de Lucas completamente queimado no bairro Parque Real II, a cerca de sete quilômetros do local onde o corpo foi encontrado.
A polícia confirmou que o veículo carbonizado pertencia ao advogado e passou a tratar os dois casos como parte da mesma investigação.
O que ainda falta esclarecer
Apesar do avanço nas investigações, ainda há perguntas sem resposta.
A Polícia Civil busca esclarecer:
- Como Lucas foi parar em Mogi Mirim;
- Quem estava dirigindo o carro nos momentos que antecederam o crime;
- Onde o advogado foi morto;
- Qual foi a motivação do assassinato;
- Se ele foi atraído para uma emboscada;
- Quem participou do crime.
A expectativa é que as imagens obtidas por meio do rastreador do veículo ajudem a responder parte dessas perguntas e indiquem novos caminhos para a investigação.
Até o momento, ninguém foi preso, e o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
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