Um ano após a morte do empresário Renato Bandini, de 42 anos, a Polícia Civil realizou uma reconstituição dos fatos para tentar esclarecer as circunstâncias da queda fatal do quinto andar de um condomínio de luxo. O caso, inicialmente registrado como suicídio, agora é reaberto à luz de novas dúvidas.
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A tragédia aconteceu na noite de domingo, 15 de dezembro de 2024, no apartamento onde Renato morava com a esposa, Thalita Vieira Bandini. Segundo o depoimento dela, estava na cozinha quando ouviu um barulho, foi ao quarto e não encontrou o marido. Ao olhar pela janela, viu pessoas com lanternas e o corpo de Renato na sacada do salão de festas, cinco andares abaixo.
Durante a reconstituição, realizada nesta semana, peritos simularam os últimos momentos do diretor da rede Bandini Lar e Construção. A esposa, duas primas, um primo e um vizinho participaram do procedimento, que foi acompanhado pelo Ministério Público. O objetivo é testar as hipóteses de suicídio, indução ao suicídio ou homicídio.
Novos elementos levantados pela defesa da família de Renato apontam contradições nos depoimentos. No apartamento, foram apreendidos medicamentos, pedaços de papel higiênico com sangue e o celular da vítima. A reconstituição é considerada um passo decisivo para definir se o inquérito será arquivado ou se haverá uma denúncia por crime. A cidade de Americana aguarda o desfecho do caso que chocou a região.







