Dono de borracharia é morto a tiros após discussão no Vida Nova, em Campinas

Luan José da Silva, de 25 anos, foi baleado na noite de domingo, 16 de agosto, no Conjunto Habitacional Vida Nova; suspeito foi identificado, mas ainda não foi preso

Letícia Borges
Letícia Borges
Jornalista em formação pela PUC-Campinas, cristã e apaixonada por comunicação. Amo desenhar, assistir filmes e, ultimamente, tudo que envolve o universo dos casamentos. Filha de pais incríveis, tenho minha irmã como melhor amiga e sou noiva de um homem que admiro muito @lee_tborges
Dono de borracharia é morto a tiros após discussão no Vida Nova, em Campinas
Foto: Reprodução Th+ Record

Uma discussão terminou em morte na noite de domingo, 16 de agosto, no Conjunto Habitacional Vida Nova, em Campinas. Luan José da Silva, de 25 anos, foi baleado na Rua Luzitânia Isabel Paes Segallio e morreu após ser levado ao Hospital Ouro Verde.

Segundo o registro policial, a vítima chegou à unidade hospitalar ainda com vida, mas não resistiu aos ferimentos causados pelos disparos.

De acordo com testemunhas, Luan teria discutido com um homem que morava nas proximidades. A motivação do desentendimento, porém, ainda não foi esclarecida oficialmente pela polícia.

Após os disparos, o suspeito teria ido até a casa de um sobrinho e pedido ajuda para deixar o local. Segundo o depoimento, ele teria dito que “teria cometido um erro e precisava sair”. O familiar teria levado o homem até uma ponte no bairro Jardim Marajó, onde ele desembarcou e seguiu para um local desconhecido.

Ainda conforme o registro, o homem apresentava comportamento bastante nervoso e fala desconexa, aparentando estar sob efeito de alguma substância. Nenhuma arma foi encontrada com ele durante o trajeto.

Equipes da Guarda Municipal e da Polícia Civil fizeram buscas pela região, mas o suspeito não havia sido localizado até o encerramento dos trabalhos. Ele foi identificado pela polícia durante as diligências e passou a ser tratado como autor conhecido no registro da ocorrência.

A perícia esteve no local e encontrou manchas de sangue, mas nenhum estojo ou cápsula de munição foi localizado. Os peritos consideraram inicialmente a possibilidade de que tenha sido utilizado um revólver, que não costuma deixar estojos no local, mas a informação ainda depende das conclusões do laudo.

Familiares e moradores contaram que Luan era conhecido na região e trabalhava em uma borracharia próxima de onde morava. Segundo relatos exibidos pela reportagem, ele era considerado trabalhador e estava esperando o primeiro filho com a esposa.

O caso foi registrado como homicídio e as investigações continuam para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias da morte.

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