A família de Maria de Fátima Matos da Silva, de 32 anos, falou pela primeira vez após o assassinato brutal da mulher, encontrada morta às margens da Rodovia Santos Dumont, em Campinas. Segundo a Polícia Civil, o principal suspeito do crime é o próprio marido da vítima, William de Almeida Gabriel Simão. Durante depoimento, ele apresentou informações contraditórias e depois confessou o assassinato.
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De acordo com as investigações, o crime aconteceu dentro da casa onde o casal morava, na cidade de Itu, após uma discussão. A polícia afirma que Maria foi agredida e morta por estrangulamento. Depois do assassinato, William teria colocado o corpo da esposa no porta-malas do carro e viajado cerca de 50 quilômetros até Campinas. O corpo foi abandonado em uma área próxima ao Aeroporto de Viracopos e à Feira do Rolo, onde acabou encontrado dias depois.
A investigação aponta ainda que o suspeito tentou mudar o corpo de lugar mais de uma vez antes de abandoná-lo na rodovia.
Em entrevista exclusiva, Diego Fernandes, irmão de Maria de Fátima, disse que a família vive agora a dor da perda e também a preocupação com o futuro das crianças, filhos do casal. Segundo ele, os familiares não conseguem contato com os filhos de Maria e pretendem pedir a guarda das crianças na Justiça.
A Polícia Civil informou que o relacionamento do casal passava por problemas, mas não havia registros anteriores de violência doméstica. Já a família da vítima afirma que Maria teria comentado com a mãe que vivia um relacionamento abusivo.
O delegado responsável pelo caso também investiga a possível participação do sogro da vítima na ocultação do corpo. A prisão temporária do suspeito já foi solicitada e o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
Nas redes sociais, amigos e familiares de Maria de Fátima lamentaram a morte e pediram Justiça.






