RÁDIO AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO Ícone TV
RÁDIO AO VIVO Ícone Rádio

Festival Caipira de Circo 2026 traz aindamais diversão e encantamento a Piracicaba

Segunda edição do evento circense será realizada em janeiro no Engenho Central. A abertura acontecerá no próximo sábado (17/1), às 16h, com exposição, lojinha, caricatura e com o espetáculo Riso Show, da MB Circo. Entrada franca

Foto: divulgação

Dou-lhe uma, dou-lhe duas! Após o sucesso de plateia, de acessibilidade e de aclamação pelo Respeitável Público em 2025, a premiada MB Circo, de Piracicaba (SP), promove a segunda edição do Festival Caipira de Circo. O evento, que estreia no próximo sábado (17/1), a partir das 16h, no Engenho Central (em frente à Casa do Artesão), em Piracicaba (SP), estende-se até 25/1. Importante: toda a programação, composta de lojinha de produtos, caricatura, exposição e espetáculos, é gratuita.

Organizado pela MB Circo, o Festival Caipira de Circo 2026 conta novamente com o apoio da Prefeitura Municipal de Piracicaba por meio da Secretaria de Cultura. Neste ano, o evento circense receberá três trupes convidadas: Cia Boca do Lixo (Anápolis/Goiás), Cia Tramp (Jundiaí/São Paulo) e Casca Trupe (Campinas/SP), além do artista visual Denis Menezes, o Capivara, que assina a exposição Podão Abre Caminhos.

“A primeira edição do Festival demonstrou que a plateia de Piracicaba e região aprecia bastante a arte circense em sua pluralidade. Não à toa, as sessões foram um sucesso de público e interação. Neste ano, apostamos ainda mais nesse contato com as pessoas e com espetáculos de companhias que trabalham a arte circense de diferentes maneiras. Isso enriquece o evento e o repertório dos espectadores”, destaca Bruno Peruzzi, palhaço da MB Circo e integrante da organização do evento.

Além de a entrada ser gratuita, o festival abraçará, mais uma vez, a inclusão e a diversidade. Sendo assim, todas as sessões dos espetáculos contarão com audiodescrição e intérprete de Libras. “O circo sempre foi uma arte que buscou ser popular, inclusiva e democrática. Por isso, não podemos ir na contramão. Queremos que todos os públicos desfrutem das montagens que prometem arrancar gargalhadas e divertir pessoas de diferentes idades”, destaca Dani Maimoni, palhaça da MB Circo e integrante da organização do evento.

A abertura

A abertura da segunda edição do Festival Caipira de Circo, que acontece nopróximo sábado (17/1), às 16h, traz ao picadeiro o espetáculo Riso Show, da MB Circo. Sob a colaboração artística de Thiago Salles, o Palhaço Jerônimo, a montagem convida à cena um trio pra lá irreverente: Tico (Bruno Peruzzi), Polenta (Dani Maimoni) e Garcinha (Franco Garcia). E o que eles vão fazer nesse picadeiro de tão especial? Misturar duas artes de grande potência do universo circense: palhaçaria e música.

“Ao propor um espetáculo de palhaçaria musical, a trupe lança mão de instrumentos convencionais, como guitarra, cavaco, trombone e percussão, em uma mistura com invenções inusitadas e excêntricas, entre as quais instrumentos reciclados, feitos de cano de PVC, de teclado de computador e de garrafas de plástico. Isso tudo, é claro, dentro de gags e esquetes hilárias da tradição do palhaço, que também se somam à virtuose circense do malabarismo”, destaca Bruno.

Palhaços goianos

Os três palhaços: Siriema, Mutamba e Marelo, da Cia Boca do Lixo (Anápolis/Goiás), desembarcam domingo (18/1), às 17h, para a encenação do espetáculo Inventando Moda. Fruto de 17 anos de pesquisa sobre a cultura popular, a peça explora com leveza e humor a diversidade das manifestações artísticas culturais do nosso Brasil. Entre risos e encantamentos, os palhaços revelam as belezas e os desafios de uma vida dedicada à arte e à tradição, conectando o público com a essência viva da cultura brasileira.

A exposição

Uma das novidades da segunda edição do Festival é a exposição Podão Abre Caminhos, assinada pelo artista Denis Menezes, o Capivara. Em cartaz ao longo dos dias de evento, a mostra nasce dasmemórias afetivas e da história da família pernambucana do artista, que migrou para o interior paulista nos anos 1960 para o corte da cana-de-açúcar. Filho de cortadores de cana e criado em Iracemápolis, Capivara transforma vivência, território e trabalho em matéria artística.

Pertencente à primeira geração da família que não precisou enfrentar o corte da cana, o artista se utiliza “das ferramentas do trabalhador rural como suporte poético, tensionando os aspectos históricos, sociais e econômicos da monocultura da cana. As obras evocam o peso do trabalho, as desigualdades produzidas e, ao mesmo tempo, a força de quem construiu esse chão”, destaca Capivara.

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS