Mãe que ia buscar filha na escola é atacada por pitbull solto na rua 

O caso aconteceu na manhã de quarta-feira, 11, no cruzamento das ruas Minas Gerais e Goiás, no bairro Parque Industrial, em Conchal. A vítima, de 30 anos, foi atacada e levou 21 pontos nas pernas e bateu a cabeça

Mãe que ia buscar filha na escola é atacada por pitbull solto na rua 

Uma mulher de 30 anos ficou gravemente ferida após ser atacada por um cão da raça pitbull na manhã de quarta-feira, 11 de março, em Conchal. O caso aconteceu no cruzamento das ruas Minas Gerais e Goiás, no bairro Parque Industrial.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta de farmacovigilância sobre os riscos do consumo de medicamentos e suplementos alimentares que contêm cúrcuma (também conhecida como açafrão). Investigações internacionais identificaram casos raros, mas graves, de inflamação e danos ao fígado associados ao uso desses produtos em cápsulas ou extratos concentrados.

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Chrystiane seguia pelo trajeto de costume para buscar a filha na escola quando foi surpreendida pelo animal, que estava solto na via. O ataque foi repentino. O cão avançou contra ela e desferiu mordidas em ambas as pernas. Durante a tentativa de defesa, a vítima caiu no chão e bateu a cabeça.

Ela precisou levar 21 pontos para fechar os ferimentos causados pelas mordidas. “Doía muito. Gritei muito, muito mesmo. Não conseguia nem me mexer de tanta dor”, relatou.

De acordo com o boletim de ocorrência, o tutor do pitbull informou que o cão escapou no momento em que o portão da residência foi aberto para a entrada do filho. O caso foi registrado como contravenção penal por omissão de cautela na guarda ou condução de animais.

A vítima afirma que essa não é a primeira vez que o cachorro foge e avança contra moradores. “Já escapou várias vezes. Uma vez quase mordeu uma senhora que vinha do supermercado”, contou.

Com a identificação das partes e o compromisso de assistência financeira por parte do dono do animal, a polícia vai investigar as circunstâncias da fuga. Chrystiane, que agora caminha com a ajuda de um andador, espera que outros episódios não se repitam.

“Eu espero que o dono do cachorro tome uma providência. E agora, como é que eu vou levar minha filha na escola? E o trauma, como fica?”, desabafou.

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