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Marcela Gomes
Marcela Gomes
Chefe de redação na Thathi Record Campinas e editora-chefe do Balanço Geral. Apaixonada por jornalismo, com especialização em Mídia e Tecnologia e pós graduação em Semiótica. Mãe do Nietzsche (o cão, não o filósofo) e do Luck, meu "Felix Felicis".

Operação da Polícia Federal contra abuso infantil tem quatro presos na região

Operação da Polícia Federal contra abuso infantil tem três presos na região
Foto: Polícia Federal

Quatro pessoas foram presas em flagrante durante uma operação da Polícia Federal de Campinas para combater crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet.

Três foram presos em Jundiaí e um suspeito em Mogi Mirim. Neste momento a operação ainda está em andamento na região.

A ação mobiliza 60 policiais para cumprir 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campinas, Jundiaí, Mogi Mirim e Itobi, no interior de São Paulo.

As ordens judiciais que autorizaram as buscas estão baseadas em inquéritos policiais em andamento na Polícia Federal em Campinas, os quais têm por objetivo combater a exploração sexual de crianças e adolescentes, fazer cessar o armazenamento e compartilhamento de arquivos de pornografia infantojuvenil na Internet, verificar se os investigados tem envolvimento na produção desses arquivos com conteúdo de abuso sexual, bem como o resgate de vítimas.

As investigações contidas nestes inquéritos iniciaram-se no ano de 2024, por meio do uso de ferramenta cibernética de inteligência utilizada pela Polícia Federal, a qual permite rastrear e identificar usuários da rede mundial de computadores que buscam e disponibilizam arquivos com conteúdo de abuso sexual infanto-juvenil.

Além do trabalho realizado pelos policiais locais, o trabalho conta com o apoio e expertise da Coordenação de Repressão a Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil (CCASI/CGCIBER/DCIBER/PF), órgão central da Polícia Federal sediado em Brasília, DF, responsável pela coordenação nacional de combate a
esse tipo de crime.

Os dispositivos apreendidos serão periciados no núcleo técnico-científico da Polícia Federal, em Campinas e os investigados podem enfrentar penas de até 23 anos de prisão, dependendo da gravidade das acusações.

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