O GAECO e o 1º BAEP deflagraram, nesta sexta-feira, 25 de setembro, a segunda fase da Operação Infiltrados, que investiga crimes como organização criminosa, extorsão, violação de sigilo funcional e falsidade.
Em Campinas, um homem foi alvo de prisão temporária e de um mandado de busca e apreensão na residência dele, na Avenida Marechal Rondon. Segundo o BAEP, o investigado é um particular que seria uma espécie de colaborador de um policial civil preso na primeira fase da operação.
De acordo com a investigação, o homem teria duas funções. Uma delas seria depositar e movimentar valores em favor do policial civil. A outra seria fornecer um celular com chip registrado em nome de outra pessoa, que seria utilizado, segundo os investigadores, para dificultar a identificação das conversas.
Documentos apreendidos durante a primeira fase da operação levaram os investigadores até o novo suspeito. Entre os comprovantes analisados estão depósitos que variam de R$ 10 mil a R$ 51,7 mil.
A investigação também cita conjuntos de valores que chegam a R$ 324.220 e R$ 181.300, em movimentações realizadas entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026.
A primeira fase da Operação Infiltrados foi realizada em 9 de junho e terminou com a prisão e posterior denúncia de policiais civis e particulares.
Segundo o GAECO, o grupo é investigado por crimes como associação criminosa, extorsão, violação de sigilo funcional e falsidade. A suspeita sobre o novo investigado surgiu, em tese, a partir da análise de celulares, notebooks e documentos apreendidos na primeira fase.
As diligências continuam e o GAECO investiga se outras pessoas podem estar envolvidas no esquema.
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