De acordo com a Polícia Civil, os criminosos agiam sempre da mesma forma. Primeiro, faziam o reconhecimento do local e, durante a madrugada, se passavam por técnicos da CPFL. Eles interrompiam o fornecimento de energia elétrica para desativar câmeras de segurança e sistemas de alarme. No dia seguinte, retornavam às lojas para furtar produtos de alto valor.
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Entre os alvos estavam suplementos, materiais elétricos e ferramentas. Em Indaiatuba, um dos crimes aconteceu na Avenida Fábio Ferraz Bicudo. Caminhões com placas adulteradas eram usados para transportar os produtos furtados.
A suspeita é que a quadrilha esteja atuando na região de Indaiatuba desde 2024, com prejuízo acima de R$ 1,4 milhão. O grupo também é investigado por ações semelhantes em Rio Claro, São Bernardo do Campo, na capital paulista e em Pindamonhangaba
Durante as diligências, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva — dois indivíduos já vistoriados e dois foram capturados na operação — além de 11 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Carapicuíba e Osasco. Nos endereços, foram localizados elementos considerados importantes para o andamento das investigações. Três suspeitos seguem foragidos.
A Polícia Civil realizou a Operação para desarticular a associação criminosa. A ação foi conduzida pelo 1º Distrito Policial de Indaiatuba, com apoio do GOE e de outras unidades policiais de Campinas.
Com todos os envolvidos identificados, a Polícia Civil trabalha para concluir o inquérito e esclarecer a participação de cada um nos crimes.






