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Polícia investiga dívidas no caso do empresário executado em Sumaré

Murilo Brito Cordeiro foi morto no sábado (24), no bairro Taquara Branca, entre Sumaré e Hortolândia. Ele tinha ido a uma festa após passar parte do dia em um bar. A polícia trabalha com a hipótese de que uma dívida por venda de lotes pode estar por trás do crime

Polícia investiga dívidas no caso do empresário executado em Sumaré

A polícia tenta desvendar quem mandou matar o empresário Murilo Brito Cordeiro, de 47 anos, morto a tiros no último sábado, 24 de janeiro, em Sumaré. Ele foi executado com dez disparos de arma de fogo ao chegar em uma festa numa chácara na Rua 1, no bairro Taquara Branca, região que faz divisa com Hortolândia.

A vítima, que era dono de uma pousada e uma revenda de veículos em Caconde, mas morava em Hortolândia, passou parte da tarde em uma adega (bar) na cidade. Depois, foi para a chácara após ser convidado para um aniversário. No momento em que chegava ao local, ocupantes de um carro se aproximaram e efetuaram os disparos. Ele morreu no local.

Investigação em andamento

De acordo com a polícia, um inquérito foi aberto para apurar o caso. Imagens de câmeras de segurança do bairro estão sendo analisadas para tentar identificar os veículos que passaram pela região na hora do crime.

Em nota, os investigadores disseram que nenhuma hipótese foi descartada, mas que uma das linhas segue o caminho de dívidas relacionadas à venda de terrenos. A polícia apura se houve não pagamento por glebas rurais ou venda indevida de lotes nas cidades de Hortolândia e Sumaré.

Perguntas que a polícia tenta responder

A delegacia trabalha para reconstruir os últimos passos do empresário. As principais dúvidas são: quem fez a ligação chamando ele para a festa? e ele caiu em uma emboscada?

O homem que estava na adega com a vítima e a acompanhou até a chácara já prestou esclarecimentos. Ele passou por exame de resíduo de pólvora e teve o celular apreendido para perícia. Outras pessoas que estavam na festa também foram ouvidas.

Aguardo de laudos

Os laudos periciais, incluindo os dos celulares apreendidos, devem ficar prontos em até 30 dias. Até o momento, ninguém foi preso e a polícia afirma que é cedo para confirmar qualquer hipótese, incluindo a de emboscada.

A vítima era divorciado e deixa dois filhos.

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