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Aos 61 anos de idade, brasileira dá à luz primeiro filho

Com o sonho de ser mãe, a auxiliar de enfermagem Ana Maria Portelo Moreira, 61, passou seis anos tentando, de diversas maneiras, engravidar. Até que, no final de outubro, pôde, pela primeira vez, segurar seu neném, o pequeno Ian, que nasceu de cesariana. Mãe e filho passam bem.

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Ana Maria tentou adotar, mas desistiu do processo pela dificuldade de conseguir um recém-nascido, como ela queria. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), mulheres com mais de 50 anos não podem realizar fertilização in vitro sem autorização da entidade – a mulher tentou por duas vezes e, em ambas, obteve recusas. Também buscou a Justiça, sem sucesso.

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Em 2015, uma nova resolução determinou que o procedimento poderia ser feito em mulheres mais velhas desde que a futura mãe e o médico responsável assumissem qualquer risco. Foi a chance que Ana Maria esperava. O tratamento foi feito em São Paulo e no Paraná, e a auxiliar de enfermagem calcula ter gastado cerca de R$ 50 mil em medicações e despesas de viagem.

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A paranaense usou um banco de sêmen e óvulos para completar o procedimento e contou, à Folha de S.Paulo, que era a mais nova entre as mulheres que frequentavam a clínica. Foram necessárias várias tentativas, e a primeira gestação acabou não evoluindo.

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Segundo o médico João Cafaro Góis Filho, que a atendeu durante o pré-natal, a gravidez foi considerada de risco, mas a paciente estava focada. Ao apresentar dores nas costas, começou a fazer pilates e fisioterapia. Ana Maria também teve diabetes gestacional. “Foi uma gravidez saudável, não tive sobrepeso, como muitas mulheres, e trabalhei até a 30ª semana”, afirma.

O parto não registrou intercorrências, apenas alguns cuidados foram incluídos para garantir a saúde da mãe. Agora, Ana Maria e Ian já estão em casa. “Acredito que, como qualquer mulher, tenho a mesma perspectiva: cuidar direitinho do meu filho”, diz.

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