O Facebook foi bastante questionado pela medida Foto: Reprodução / Internet
No
mês de março veio á tona um grande escândalo envolvendo o
Facebook e uma empresa de consultoria
política britânica.
A imprensa internacional revelou que a rede social havia repassado à
Cambridge Analytics dados pessoais de 87 milhões de usuários
(número confirmado posteriormente), utilizados para a campanha de
Donald Trump nas eleições presidenciais americanas em 2016.
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Entre
todas as pessoas afetadas, o Facebook mostrou que a imensa maioria é
proveniente dos Estados Unidos. Foram mais de 70 milhões de
americanos que tiveram seus dados explorados, aproximadamente 82% do
total. Com relação aos brasileiros, a porcentagem foi bem menor,
com mais de 443 mil sendo prejudicados, o que coloca o Brasil como
oitavo país com o maior número de usuários afetados. Veja a
relação abaixo:
1)
Estados Unidos – 70.632.350 usuários
2)
Filipinas – 1.175.870 usuários
3)
Indonésia – 1.096.666 usuários
4)
Reino Unido – 1.079.031 usuários
5)
México – 789.880 usuários
6)
Canadá – 622.161 usuários
7)
Índia – 562.455 usuários
8)
Brasil – 443.117 usuários
9)
Vietnã – 427.446 usuários
10)
Austrália – 311.127 usuários
Nesta
segunda-feira (9), a rede social vai começar a disponibilizar a
informação sobre quais de seus usuários tiveram dados pessoais
explorados pela Cabdrige Analytic. O Facebook vai colocar um link bem
acima do feed de notícias, onde irá direcionar para um painel com
aplicativos e sites que utilizam dados do próprio Facebook com
acesso.
No
entanto, esse recurso está sendo liberado aos poucos para os
usuários, começando a partir desta segunda. “Você
também pode remover aqueles que você não quer mais que se conectem
ao Facebook”, diz
a rede social.
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