Foto: Rodrigo Leal Felix/Gazeta do Povo
O
ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) foi condenado pelo juiz Marcelo
Bretas a 15 anos de reclusão na ação penal que trata de parte da
Operação Eficiência, que investigou a atuação dos doleiros
Renato e Marcelo Chebar. Esta
é a quarta condenação contra o peemedebista em processo
decorrentes da Operação Lava Jato. Ele já soma 87 anos de prisão
e responde a outros 12 processos na Justiça Federal do Rio.
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Também
foram condenados a ex-primeira-dama Adriana
Ancelmo,
seu ex-sócio Thiago Aragão, quatro operadores de Cabral, e três
doleiros que firmaram delação premiada. O publicitário Francisco
de Assis Neto,
o Kiko, foi absolvido. Este
processo trata da movimentação da propina dentro do Brasil por meio
dos doleiros Renato e Marcelo Chebar. Os dois eram os responsáveis
por administrar os recursos arrecadados pelo peemedebista no país,
sob orientação de Carlos Emanuel Miranda, “gerente” do
esquema.
Em
depoimento, Cabral reconheceu que os doleiros eram os responsáveis
por gerir dinheiro do caixa dois de campanha no país, bem como as
sobras de que fazia uso pessoal. A
movimentação dos recursos no exterior é alvo de outro processo. O
peemedebista nega ter orientado o envio de recursos para fora do
país.
O
ex-governador é acusado de cobrar 5% de propina sobre grandes
contratos do Estado em sua gestão (2007 a 2014). Ele nega que tenha
exigido os valores em troca de benefícios no governo.
Com informações de Folha.UOL

