SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ex-presidente da Nissan-Renault, Carlos Ghosn, teria desembarcado nesta segunda-feira em Beirute, no Líbano. Ele tem cidadania libanesa.
Ghosn estava em prisão domiciliar no Japão e, segundo informações de veículos de imprensa estrangeiros, ainda não está claro se ele é considerado fugitivo ou se conseguiu fechar algum acordo que permitisse sua saída.
Quando foi preso, em 2018, Ghosn era presidente do conselho de administração da Nissan e executivo-chefe da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi.
Pesam contra ele acusações de violações financeiras, como a declaração de renda menor do que a real.
