Conforme estatísticas divulgadas pelo Hospital Estadual de
Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena no ano passado foram
registrados 1.260 casos envolvendo queimaduras, com destaque para
fogos de artifício.
Em comparação ao
ano de 2017, houve um aumento, já que foram registrados 1.131 casos.
Com a aproximação dos festejos juninos, aumenta a preocupação com
relação a essas ocorrências.
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Um dado preocupante
foi sobre os fogos de artifício que, se confrontado com o mesmo
período, teve um aumento, com 19 vítimas em 2017 e 67 em 2018. Já
nestes quatro primeiros meses de 2019, foram 402 casos de
queimaduras.
Ainda segundo o
setor de estatística em 2018, seguindo a tendência dos outros anos,
a grande maioria das vítimas é formada por adultos (771) e crianças
(321), a soma dessas faixas etárias corresponde a mais de 50% dos
atendimentos de queimaduras.
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Os principais
motivos em 2018 por queimaduras foram: líquidos em alta temperatura
(706), seguido por contato com objeto em alta temperatura (189) e
fogo (88). Os demais foram por queimadura em geral (171), fogos de
artificio (67), produto químico (27), insolação (6) e eletricidade
(6).
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No quadrimestre de
2019, os principais motivos foram por líquidos em alta temperatura
(265), contato com objeto em alta temperatura (55), fogo (32),
queimadura em geral (oito), produto químico (seis), insolação
(três), fogos de artifício (três), caravela (dois) e eletricidade
(um).
Campanha – Hospital
de Trauma de Campina Grande, em ação conjunta com o Hospital de
Trauma de João Pessoa, lançou, na última terça-feira (28), a
campanha para prevenir queimaduras nas festas juninas. O lançamento
foi realizado no Colégio Rosa Mística, no bairro do Quarenta, em
Campina Grande. Na oportunidade, aconteceu uma palestra com a
cirurgiã plástica Isis Lacerda e a apresentação da peça
“Marquinhas de Dodói”, do grupo de Fantoche do Hospital Estadual
de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.
