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Cientistas extraem DNA de mulher da Idade da Pedra com 6 mil anos

Cientistas dinamarqueses revelaram nesta terça-feira o rosto de uma mulher que viveu há 6 mil anos, durante a Idade da Pedra, na região da Escandinávia.

 A extração do DNA que permitiu a reconstrução do rosto da mulher pré-histórica foi feita no equivalente a uma “pastilha elástica”, onde estavam marcas de dentes, que foram usadas para decifrar o código genético.

A mulher, a quem foi dado o nome de Lola, teria pele escura, cabelo castanho escuro e olhos azuis. Um artista fez a reconstrução das suas feições.

Esta “pastilha elástica”, com cerca de um centímetro, é na verdade alcatrão vegetal, um produto da destilação de certas árvores resinosas que os antepassados mastigavam para limpar os dentes ou por hábito. Estas “pastilhas elásticas”, dizem os cientistas, são uma valiosa fonte de DNA de outros períodos, uma vez que não existem restos humanos.

De acordo com a BBC esta descoberta é um marco. “É incrível termos conseguido um genoma humano antigo completo de uma coisa que não é osso”, indicou à publicação Hannes Schroeder, da Universidade da Copenhagen.

Os cientistas puderam ainda apurar que a mulher teria, provavelmente, uma relação genética mais próxima à Europa central do que aos antepassados que viviam na região da Escandinávia (Dinamarca, Suécia e a Noruega) no mesmo período temporal. Seria, provavelmente, descendente de uma população que migrou da Europa Ocidental.

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