RÁDIO AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO
Botão TV AO VIVO TV AO VIVO Ícone TV
RÁDIO AO VIVO Ícone Rádio

Depois de 10 anos, Paraíba realiza transplante de coração

A Central Estadual de Transplantes do Estado da Paraíba realizou,
nesta sexta-feira (11), o transplante de um coração, cujo doador e
receptor são paraibanos. O fato está sendo comemorado por ser um
marco histórico para o estado, já que o último transplante de
coração havia sido feito em junho de 2009.

O órgão foi captado no Hospital de Emergência e Trauma e o procedimento no receptor acontece Hospital Nossa Senhora das Neves.

+ Fernando Collor é alvo de operação da PF contra lavagem de dinheiro

+ Mais de 1,5 milhão de pessoas ficam sem energia elétrica na Califórnia

“Tais mudanças
não apenas alcançam a Central Estadual de Transplantes, como
unidade Gestora, mas, sobretudo, contribui sobremaneira com a
melhoria na qualidade de vida de diversas pessoas”, diz a nota
enviada à imprensa.

Estatísticas

A Paraíba
contabilizou ainda o 16º transplante de fígado. A maior marca, até
então, havia sido em 2010, com o quantitativo de 12 transplantes
durante todo o ano. Em relação a 2018, o aumento é muito
significativo, sendo mais de 500% de aumento em relação aos 3
transplantes de fígado realizados no ano de 2018.

+ Fenômeno raro no Nordeste é visto em cidades na Paraíba

+ Japão se prepara enfrentar gigantesco tufão Hagibis

Em relação aos
transplantes renais, de doadores falecidos, o estado alcança hoje o
número de 19 transplantes, o que já corresponde ao aumento de 30%
de transplantes renais em relação ao ano de 2018.

+ Finalistas do ‘MasterChef: A Revanche’ vazam antes da estreia; Band tenta conter

+ Ex-Chiquitita visita praia naturista na PB e publica foto nua ao lado do marido

“A qualidade da
assistência, aperfeiçoamento multiprofissional, a incorporação de
novas equipes transplantadoras, foram muitos dos aspectos envolvidos
com o aumento das estatísticas de transplantes do Estado da
Paraíba”, completa a nota.

Conhecimento

“A divulgação
nas mídias, sobre o tema Morte Encefálica, contribuiu sobremaneira
na redução da recusa familiar em relação à doação de Órgãos
e Tecidos. Antes, a recusa familiar estava em torno de 70%; enquanto
que, após uma série de estratégias, junto com as diversas esferas
sociais, além de mídias digitais, a recusa atual gira em torno de
53%. Apesar de superar a média nacional, que é em torno de 40-45%,
já podemos definir como uma importante elevação”, concluiu a
Central de Transplantes da Paraíba.

+ Professor nina bebê para aluna fazer prova em faculdade de João Pessoa

+ RBD é tema de trabalho de conclusão de curso em universidade na PB

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS