A Central Estadual de Transplantes do Estado da Paraíba realizou,
nesta sexta-feira (11), o transplante de um coração, cujo doador e
receptor são paraibanos. O fato está sendo comemorado por ser um
marco histórico para o estado, já que o último transplante de
coração havia sido feito em junho de 2009.
O órgão foi captado no Hospital de Emergência e Trauma e o procedimento no receptor acontece Hospital Nossa Senhora das Neves.
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“Tais mudanças
não apenas alcançam a Central Estadual de Transplantes, como
unidade Gestora, mas, sobretudo, contribui sobremaneira com a
melhoria na qualidade de vida de diversas pessoas”, diz a nota
enviada à imprensa.
Estatísticas
A Paraíba
contabilizou ainda o 16º transplante de fígado. A maior marca, até
então, havia sido em 2010, com o quantitativo de 12 transplantes
durante todo o ano. Em relação a 2018, o aumento é muito
significativo, sendo mais de 500% de aumento em relação aos 3
transplantes de fígado realizados no ano de 2018.
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Em relação aos
transplantes renais, de doadores falecidos, o estado alcança hoje o
número de 19 transplantes, o que já corresponde ao aumento de 30%
de transplantes renais em relação ao ano de 2018.
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“A qualidade da
assistência, aperfeiçoamento multiprofissional, a incorporação de
novas equipes transplantadoras, foram muitos dos aspectos envolvidos
com o aumento das estatísticas de transplantes do Estado da
Paraíba”, completa a nota.
Conhecimento
“A divulgação
nas mídias, sobre o tema Morte Encefálica, contribuiu sobremaneira
na redução da recusa familiar em relação à doação de Órgãos
e Tecidos. Antes, a recusa familiar estava em torno de 70%; enquanto
que, após uma série de estratégias, junto com as diversas esferas
sociais, além de mídias digitais, a recusa atual gira em torno de
53%. Apesar de superar a média nacional, que é em torno de 40-45%,
já podemos definir como uma importante elevação”, concluiu a
Central de Transplantes da Paraíba.
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