A bandeira amarela poderá ser reduzida de R$ 2,00 para R$ 1,00 em cobrança a cada 100 quilowatts-hora.
Uma proposta
aprovada nesta terça-feira (24) pode fazer subir o preço da energia
paga pelos consumidores no Brasil.
A Agência Nacional
de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste de quase 43% no
valor da bandeira vermelha, sugerindo ainda uma alteração na
bandeira de tarifa amarela, que pode ficar 50% mais barata.
A bandeira vermelha
patamar 2 é a de maior valor do sistema de energia brasileiro, e é
cobrada toda vez que as usinas térmicas mais caras precisam ficar
ativas para suprir a alta demanda em relação ao consumo de energia.
Ela pode sair de R$ 3,50 pagos por cada 100 quilowatts-hora (kWh)
para custar R$ 5,00, já a partir do próximo mês.
Já a bandeira
amarela é a primeira da escala de cobranças, e poderá ser reduzida
de R$ 2,00 para R$1,00 em cobrança a cada 100 quilowatts-hora (kWh).
Essas alterações
ainda serão submetidas a uma consulta pública, e são passíveis de
mudanças. O objetivo, de acordo com a Aneel, é reajustar os valores
cobrados pelas distribuidoras aos consumidores para custear a compra
de energia elétrica. Eles aumentam sempre que as usinas térmicas
precisam ser acionadas para suprir o mercado consumidor.
A agência divulga
na próxima sexta-feira (27) a tarifa que estará em vigor no mês de
novembro.

