Mosquito transmissor da doença Foto: Reprodução / Internet
Conforme
informações publicadas pela Universidade Federal de Minas Gerais, a
malária trata-se de uma doença
infecciosa febril. Ela
e causada por meio de
protozoários transmitidos pela picada da fêmea infectada do
mosquito Anopheles.
Apenas
quatro espécies podem culminar na infecção: Plasmodium
falciparum, Plasmodium vivax, Plasmodium malariae e Plasmodium ovale.
Nesta quarta-feira (7), a Paraíba registrou o 14º caso da doença. O paciente trata-se de um homem de 58 anos que está internado no Hospital Universitário Lauro Wanderley.
Um
diagnóstico preciso e imediato é o primeiro passo na estratégia
para o controle da doença. Normalmente, quadros mais graves
acontecem por diagnósticos demorados.
Os
pacientes sentem febre
alta, calafrios,
tremores, sudorese e
dor
de cabeça. O diagnóstico correto só é possível após
a realização de exames como o Gota Expessa (mais comum), Teste
Delgado dentre outros.
Segundo
o Governo Federal, a prevenção individual é realizada por meio das seguintes
ações:
Uso
de mosquiteiros;
Roupas
que protejam pernas e braços;
Telas
em portas e janelas;
Uso
de repelentes.
Medidas
de prevenção coletiva contra malária são:
Borrifação
intradomiciliar;
Uso
de mosquiteiros ou repelentes;
Drenagem;
Pequenas
obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor;
Aterro;
Limpeza
das margens dos criadouros;
Modificação
do fluxo da água;
Controle
da vegetação aquática;
Melhoramento
da moradia e das condições de trabalho;
Uso
racional da terra.
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