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Explosão de carro-forte: Peritos vão tentar encontrar DNA de suspeitos em veículo usado na fuga

Um veículo foi encontrado carbonizado a 3 km de onde houve a explosão. Ele tem placa de Santa Catarina e pode ter sido clonado.

Um veículo foi encontrado carbonizado a 3 km de onde houve a explosão. Ele tem placa de Santa Catarina e pode ter sido clonado. Imagem: Reprodução/TV Tambaú

O
veículo abandonado a três quilômetros de onde aconteceu a explosão
a um carro-forte, na noite da última segunda-feira (19) na BR-230,
próximo à entrada do município de Pedras de Fogo, será levado até
o Instituto de Polícia Científica (IPC) para poder passar por um
perícia de DNA. Ele
foi encontrado carbonizado e com estojos de munição em seu
interior.

De
acordo com o perito Robson Félix, da Polícia Civil, os peritos
criminais do IPC farão uma perícia no carro a partir do número do
chassis, para que todos os dados do automóvel possam ser levantados.
Ele afirmou ainda que serão
necessários 30 dias até
que o laudo com
o resultado da inspeção seja
divulgado.

“Esse
material ainda vai passar pelos exames de balística e de DNA pra ver
se é possível encontrar os perfis genéticos dos bandidos que
participaram do roubo ao carro forte”, explica ele.

Entenda
o caso

Bandidos
fortemente armados atacaram um carro forte no Km 42 da BR-230,
sentido Campina Grande/João Pessoa, nas proximidades do município
de Pedras de Fogo. A ação criminosa aconteceu nesta segunda-feira
(19) e deixou dois vigilantes feridos.

O Sargento Magno, do 7º
Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, confirmou ao Portal
T5
 que a munição utilizada pelos bandidos no ataque
era de grosso calibre. Inclusive um dos tiros chegou a perfurar a
blindagem do carro forte, antes de atingir um dos vigilantes.

“A primeira versão é que eles
tinham sido atingidos fora, porém, agora mantendo contato com os
vigilantes, informaram que um dos calibres perfurou o carro-forte e
atingiu o braço e o abdômen. O ferimento é decorrente da munição
que perfurou a blindagem do carro-forte”, disse o Sargento.

O vigilante chegou a sofrer uma
fratura exposta, além da perfuração no abdômen. Já o outro,
também atingido na região abdominal, teve apenas um hematoma, pois
o colete conseguir conter os estilhaços.

“Eram quatro vigilantes, a
princípio falaram em cinco elementos com armas de grosso calibre. A
polícia local do 7º Batalhão, de imediato, foi ao local. Populares
civis estavam socorrendo e nos pediram apoio para escoltá-los até o
Hospital de Trauma, para que o socorro fosse feito mais rápido”,
revelou o Sargento Magno.

Ele ainda deu detalhes de como o
carro forte foi abordado pelos bandido e como ele ficou depois do
ataque.

“Em dado momento os vigilantes
foram trancados. O outro veículo emparelhou e começou a efetuar
disparos contra o carro-forte. O carro está totalmente destruído
foram usadas bananas de dinamite na ataque”, revelou.

A polícia revelou ainda que os
suspeitos de terem praticado o crime teriam fugido para a região da
cidade de Itambé, em Pernambuco.

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