A
assessoria de
imprensa da
Força Aérea Brasileira
(FAB) confirmou que a 1º
Sargento Lia Maria Abreu de Souza, morta na queda do Globocop na
manhã desta terça-feira (23) noRecife, não estava em missão
oficial da aeronáutica. Hoje
mais cedo, o
proprietário
do helicóptero já havia explicado que a mulher tinha
sido convidada para participar do voo.
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Conforme a FAB, o Segundo Serviço Regional de Investigação e
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA II) já está
investigando “os fatores contribuintes para o acidente”.
Segundo a nota, a sargento Lia era do efetivo do Terceiro Centro
Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA
III).
“A militar participava do voo a convite da empresa Helisae e não
estava em missão oficial da Aeronáutica”, disse a FAB. Na
nota, a Força Aérea Brasileira lamentou o ocorrido e informou que
está prestando apoio aos familiares da militar.
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A Polícia Civil também iniciou as investigações sobre o acidente.
A delegada Beatriz Leite e agente da delegacia de Boa Viagem
estiveram no local e começaram a colher os primeiros depoimentos.
Tragédia
O Globocop caiu por volta das 6h desta terça-feira (23) na Praia do
Pina, na Zona Sul do Recife. A aeronave sobrevoava a região para
gerar imagens ao vivo para o telejornal Bom Dia Pernambuco, da Rede
Globo Nordeste. Logo no início do jornal, a emissora transmitiu as
imagens do helicóptero que estava com três pessoas a bordo. Chovia
muito no momento do acidente.
Na queda, além da sargento Lia, morreu o piloto do helicóptero,
Daniel Galvão. O operador de imagens, Miguel Breno, de apenas 21
anos, que também estava na aeronave, foi socorrido por moradores e
levado pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) para
o Hospital da Restauração, no centro do Recife. De acordo com a
unidade de saúde, o estado de saúde do rapaz é considerado grave.
Fonte: Jconline

