Governador da PB se manifesta sobre operação na Venezuela: “Muito grave”

A manifestação foi feita por meio das redes sociais

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Fumaça sobe de explosões em Caracas, Venezuela, 3 de janeiro de 2026, nesta captura de tela obtida de um vídeo da Reuters. Vídeo obtido pela Reuters/via REUTERS
Fumaça sobe de explosões em Caracas, Venezuela, 3 de janeiro de 2026, nesta captura de tela obtida de um vídeo da Reuters. Vídeo obtido pela Reuters/via REUTERS

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), se posicionou neste sábado (3) contra a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. A manifestação foi feita por meio das redes sociais.

Na avaliação do governador, a ação representa uma ameaça à ordem internacional e viola princípios básicos do direito entre as nações. Para João Azevêdo, o uso da força não pode se sobrepor aos caminhos diplomáticos.

É muito grave qualquer ataque à soberania de um país. Isso quebra as regras internacionais e coloca o mundo todo em risco. A força nunca vai substituir a diplomacia. Para encontrar saídas que funcionem de verdade, o que deve prevalecer é a soberania dos interesses do povo venezuelano e a paz”, afirmou.

Segundo o governador, a crítica não significa apoio ao regime de Nicolás Maduro, mas um alerta sobre o precedente internacional aberto pela ofensiva norte-americana. João Azevêdo destacou que ações desse tipo fragilizam normas globais e aumentam tensões no cenário internacional.

O governador paraibano se soma a outras lideranças brasileiras que também reagiram à operação dos Estados Unidos

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