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Instituto Chico Mendes proíbe funcionários de usarem jeans rasgado, decote e microssaia

MATHEUS MOREIRA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) publicou na última sexta (27) uma portaria que proíbe servidores do órgão de usarem algumas peças de roupa na sede do Instituto.

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Afinal, com a chegada de 2020 se inicia também uma nova década? 

Assinada pelo coronel da Polícia Militar de São Paulo e presidente do ICMBio, Homero de Giorge Cerqueira, a portaria 834 altera a Política de Uso de Uniformes do instituto, proibindo que servidores, prestadores de serviço, estagiários, consultores e bolsistas entrem nas dependências do órgão vestindo:

– Calças jeans rasgadas

– Shorts

– Bermudas

– Roupas com transparências

– Miniblusas
-Microssaias

– Roupas decotadas

– Trajes de ginástica

– Calças de moletom

– Chinelos

A política de uso de uniformes do ICMBio foi instituída em abril de 2018 pelo então presidente do órgão Ricardo José Soavinski.
No anterior a mudança promovida por Cerqueira, não havia uma lista de roupas proibidas aos servidores.

Os dez artigos que compunham a política previam apenas o uso responsável –e facultativo– do uniforme.
O documento também aprovava o “Manual Técnico de Uniformes”, criado para que a sede e outras unidades do ICMBio pudessem padronizar, por exemplo, cor e logo das vestimentas oficiais.

Além disso, a norma proibia o uso do uniforme fora do horário de trabalho e exigia que os servidores trabalhando em fiscalização ambiental estivessem uniformizados.
A nova portaria não altera essas informações, apenas acrescenta parágrafo único ao art. 2º.

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