Livânia Farias Foto: Reprodução / Internet
Presa
desde o último dia 16, a ex-secretária de Administração do Estado
da Paraíba, Livânia Farias, resolveu ficar calada em audiência com a participação de promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da
Paraíba (MPPB).
A
ação realizada ontem (quarta-feira, 27) tinha como objetivo
esclarecer pontos do suposto recebimento de propinas por parte de
Livânia. O dinheiro era proveniente da Cruz Vermelha Brasileira, que
administra unidades hospitalares. Na capital, o Hospital de Emergência e Trauma é gerenciado pela instituição.
Livânia Farias é alvo de dois mandados de prisão que
foram cumpridos
na operação Calvário.
O
primeiro diz respeito à gestão dos contratos e
o segundo
está relacionado com a suposta receptação de R$ 900 mil. Os
valores seriam
caixa dois de campanha das
eleições de 2018.
Em
nota, o
Governo do Estado informou
que
“causa estranheza que tenham cerceado a liberdade da secretária
apesar dela possuir domicílio certo, ter se colocado publicamente à
disposição da Justiça ou de quaisquer órgãos de investigação
e, principalmente, sem que tenha sido facultada uma única palavra de
defesa ao longo de todo o processo investigatório, não obstante a
execração pública antecipada”.
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