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Manifestações por reajustes salariais paralisam cerca de 80% dos funcionários do judiciário na PB

Os servidores se reuniram na Praça João Pessoa, em frente ao prédio do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

Os servidores se reuniram na Praça João Pessoa, em frente ao prédio do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Foto: Vitor Feitosa/Portal T5

A
paralisação dos servidores
do poder judiciário da Paraíba, que começou nesta segunda-feira
(12) e se estende até a terça, atingiu cerca de 80% dos
funcionários do estado, de acordo com um mapeamento realizado pela
Associação dos Servidores, Técnicos, Analistas e Auxiliares do
Judiciário Paraibano (Astaj-PB).

A
manifestação foi realizada na tarde desta segunda, na Praça João
Pessoa, em frente ao prédio do Tribunal de Justiça (TJPB)
na capital. As
reivindicações da categoria, de acordo com o presidente da Astaj-PB
José Ivonaldo Batista, passam por uma insatisfação com o
auxílio-moradia dos juízes e desembargadores paraibanos –
comprometendo aproximadamente R$ 14 milhões por ano do orçamento –
até o reajuste dos salários.

Servidores do TJPB paralisam atividades a partir desta segunda-feira (12)

“Nós
queremos reivindicar o cumprimento da lei da data-base que beneficia
os servidores do judiciário paraibano com a implantação, sempre no
ano subsequente, do percentual correspondente à inflação do ano
anterior, que no caso, para 2017, foi na ordem de 3% do salário dos
servidores”, explica ele.

Com
a suspensão das atividades,
José Ivonaldo ressalta que quase 100% dos serviços oferecidos no
Tribunal de Justiça foram afetados nestes dois dias, cenário que
pode se repetir nas próximas semanas caso não haja um avanço nas
negociações com o presidente do TJPB, o desembargador Joás de
Brito.

José Ivonaldo Batista, presidente da Astaj-PB.

José Ivonaldo Batista, presidente da Astaj-PB. Foto: Portal T5

“Praticamente todos os serviços estão prejudicados com a paralisação. A realização das audiências, cumprimento de mandatos, cumprimento de despachos judiciais, atendimento ao público, aos advogados e ao Ministério Público, ou seja, tudo que envolve os atos praticados em cartório ou por parte dos oficiais de justiça estão paralisados no estado”.

“Estamos fazendo uma paralisação de advertência. Aguardamos para essa semana a realização de uma audiência com o presidente, na qual ele possa apresentar uma proposta. A partir de então, avançaremos no debate”, complementa o presidente da Astaj-PB.

Apesar da insatisfação dos servidores com o não cumprimento dos direitos a eles garantidos, os representantes estão confiantes em um acerto com o Tribunal de Justiça nos próximos dias, devido a todas as ações que estão sendo realizadas no momento em prol deste objetivo.

“Acreditamos que, diante desse quadro, o Tribunal de Justiça, diante de sua presidência, não deve continuar inerte à solução do problema. Não temos o menor interesse em prejudicar a sociedade, contudo, nunca abriremos mão de um direito consagrado em lei”, completa José Ivonaldo.

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