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Mapa da Indústria mostra necessidade de qualificação

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta segunda-feira (12) o Mapa Estratégico da Indústria 2019-2023. Márcio Guerra Amorim, o gerente-executivo de Estudos e Prospectiva do SENAI, esteve no Jornal da Manhã para falar sobre o levantamento, que focou principalmente na necessidade de qualificação dos profissionais do setor.

De acordo com Márcio, o momento atual, ao qual a economia não cresce tão rapidamente, é o favorável para que se prepare os profissionais para o mercado de trabalho. “As empresas estão encontrando dificuldades em encontrar profissionais com mão de obra qualificada. Pensando na melhora do ambiente econômico, é importante qualificar não só os que estão entrando nas empresas, mas também os que já estão inseridos.”

Metas educacionais

Segundo o gerente-executivo, criou-se a ideia de que a educação básica inclui somente o ensino médio e o ensino superior. Ele reforça que, no meio do caminho, há outras opções. “O ensino técnico é a porta de entrada mais rápida para o mercado de trabalho. Na indústria, sobretudo, ele é primordial.”

Um quadro comum dentro da indústria é o recrutamento de profissionais não tão preparados para o mercado. De acordo com Márcio, não dá pra esperar a transição da qualidade da educação básica, então as próprias empresas estão investindo na qualificação de seus funcionários.

“A formação dentro das empresas é uma tendência e deve acontecer cada vez mais nos próximos anos. O SENAI tem uma boa atuação para investir na melhoria e nivelamento de português, matemática e ciências dos trabalhadores desse setor porque essa defasagem interfere no mercado de trabalho e no ensino superior”, explica.

Sistema S

Instituições como o SENAI, Sesi e Senac fazem parte, junto de mais seis siglas, do Sistema S. Recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, questionou bastante a atuação do grupo.

Para Márcio, essa não é uma preocupação. “Essa questão tem que ser olhada sob o prisma do resultado, da empregabilidade. A cada dez alunos que saem do SENAI, sete estão empregados em até um ano. Essa é a premissa.”

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