Brincos, moedas e próteses estão entre os objetos estranhos
retirados de pacientes pelos profissionais do Hospital de Emergência
e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. O
levantamento foi divulgado na manhã desta quarta-feira (20) pela
assessoria de imprensa da instituição.
A lista inclui ainda espinha de peixe, osso de galinha e pequenos
brinquedos. As vítimas se dividem entre crianças e adultos. De
janeiro até o dia 19 de dezembro deste ano foram atendidos 103
adultos e 24 crianças e os casos são mais comuns do que imaginamos.
Somente o médico Geraldo Medeiros, diretor do Trauma, já retirou
276 objetos ao longo de sua trajetória.
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Nesta terça-feira (19), uma criança de quatro anos morreu após se
engasgar com uma uva, em Campina Grande. “Como o corpo estranho –
a uva – ele tem um diâmetro muito grande, ele não desce para o
pulmão de uma criança de quatro anos, pois a abertura é pequena. O
que ocorre é que ele se aloja na abertura e fecha a passagem do ar,
daí a criança para de respirar e morre”, explicou.
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“Quando o corpo estranho vai para o esôfago ou estômago, não é
tão complicado. Ele deixa de ser uma emergência, com risco iminente
de morte, para ser uma urgência e aí é retirado por via digestiva.
Agora quando é de via aérea, aí o risco é maior e necessita de
atitudes imediatas”, explicou ao Portal T5.
Foto: Antônio David

